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SITE DA NOERGOLOGIA EM FINAL DE MANUTENÇÃO

Por enquanto não feche a compra de nenhum curso. 

O site não está finalizado ainda.

Aguarde mais poucos dias. Você já pode FAZER RESERVA DE VAGA DO CURSO DO SEU INTERESSE, por e-mail: noergologia@gmail.com para ser avisado no dia da liberação.  

A venda livre só terá início  quando cada plataforma estiver concluída e finalmente todas estiverem sincronizadas.  Isso é para muito breve.

1F –CURSO EAD DE TREINAMENTO AUTÓGENO COM NOEROBICA®

1.F1 – EM QUE CONSISTE O CURSO QUE ENSINA PROGRAMAR O PRÓPRIO CÉREBRO

2. F2 – INTRODUÇÃO AO TREINAMENTO NOEROBICO AUTÓGENO

3. F3 – SEGUNDO TREINAMENTO NOEROBICO AUTÓGENO

4. F4 – TERCEIRO TREINAMENTO NOEROBICO AXIOGRAFIA E

5. F5 – QUARTO TREINAMENTO NOEROBICO AP E PAF

6. F6 – QUINTO TREINAMENTO NOEROBICO E DESPEDIDA DO H.E

7. F7 – SEXTO TREINAMENTO NOEROBICO – IMAGINAÇÃO CRIANDO COM CRISPROMEC

8. F8 – SÉTIMO TREINAMENTO NOEROBICO – FAZENDO CINEMA DE CRISPROMEC COM O PAF

INVESTIMENTO: R$150,00. Matricule-se clicando na opção de pagamento ou se preferir ASSISTA A 1ª  AULA GRÁTIS.



Glossário – Letra A

1.  ABORDAGEM AFIRMATIVA: Técnica focada na descoberta de atos de criação mental mesmo nos mais dramáticos relatos de tristeza, depressão ou sofrimento.

2.  ADMINISTRAÇÃO DO CONHECIMENTO: Tarefa exercida pela Metodologia Científica cujo objetivo principal é indexar o conhecimento, catalogando-o e comunicando-o à Comunidade Científica de forma sistematiza por Normas que, no Brasil, são emanadas pela ABNT e adotadas por Cada Universidade ou mesmo Instituto de Pesquisa com pequenas modificações próprias.

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Declaração de Veneza – NOERGOLOGIA ATENDE CLAMOR DA UNESCO

Comunicado final do Colóquio “A Ciência diante das Fronteiras do Conhecimento”

Os participantes do colóquio “A Ciência Diante das Fronteiras do Conhecimento”, organizado pela UNESCO, com a colaboração da Fundação Giorgio Cini (Veneza, 3 a 7 de março de 1986), animados por um espírito de abertura e de questionamento dos valores de nosso tempo, ficaram de acordo sobre os seguintes pontos:

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Biblioteca Virtual de Noergologia Instituto de Pesquisa Pensamento-Cérebro

http://www.bdpfilosofia.pop.com.br/

http://www.ebookesotericogratis.hpg.ig.com.br/Esoterismo.htm

http://www.inventati.org/sabotagem/database/biblioteca.php

http://www.eusouluz.iet.pro.br/biblioteca/pafiledb.php

http://guia-espiritual.dj-alien.com/downloads.html

http://www.ebookcult.com.br/acervo/inicio1.php

http://www.ebooksbrasil.com/historico/juldez2004.html

http://www.supervirtual.com.br/index_pt.php

 http://www.alexandriavirtual.com.br/

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O Complexo de Édipo é uma fraude

O Complexo de Édipo é uma fraude montada para substituir a Teoria da Sedução de Freud. Além de propaganda enganosa, a teoria edipiana deve  também ser imputada como proselitismo da pedofilia.

Nesse dia 18 de maio de 2007, Dia Nacional do Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e AdolescentesHOMENAGEAMOS o ex-psicanalista JEFFREY MOUSAIEFF MASSON, que denunciou a fraude edipiana, quando era diretor do Sigmund Freud Archives. O que mais impressiona no episódio é que, ao invés de ter sido promovido,   Jeffrey foi demitido para que A VERDADE não prejudicasse o comércio de produtos mentais baseados nessa fraude. É mister dar um basta às contínuas tentativas de nos explorar exatamente no que temos de mais precioso: nosso sistema mente-cérebro. Obrigado, Jeffrey Masson, pelo extraordinário presente que você entregou para a raça humana!          


                              ouça entrevista de Heródoto Barbeiro com  Prof. Bettoni

COMPLEXO DE ÉDIPO E PEDOFILIA, Prof. Jacob Bettoni

Existem relatos históricos escabrosos sobre violência sexual contra crianças. Sigmund Freud (1856-1939) não apenas tinha amplo conhecimento dos fatos, como sabia que seu próprio pai, Jacob, violentava regularmente seu irmão e sua irmã.

Sua paciente Emma foi uma das vítimas do crime quando tinha 12 anos. Freud insurge-se pioneiramente contra essa barbárie lançando, em conferências em 1896, a corajosa Teoria da sedução, denunciante dos efeitos nocivos das imposições contra crianças.

O boicote contra a teoria foi imediato. Muitos médicos eram estupradores e violadores e não podiam concordar. A máquina corporativa funcionou azeitada. A “Wiener Klinische Wochenschrift” divulgou as atas das conferências. Mas da Teoria da Sedução apenas simples nota. O “Neurologisches” noticiou as conferências detalhadamente. Mas veja a fraude em fabricação: a Teoria da Sedução não foi nem se quer mencionada.

Em Abril de 1896, Freud descreve a Fliess a conferência, carta essa boicotada das publicações conhecidas ironicamente como “Correspondências Completas de Freud”. O desabafo com o amigo Fliess valeu-lhe nova ducha de água fria: Fliess também violentava o filho Robert. A Teoria da Sedução estava em total desacordo com a literatura médica, que já manipulava as histórias reais de estupros como meras fantasias.

A teoria contrariava outras teorias acadêmicas e práticas de prostituição. Salvo os estuprados, Freud não conseguiu adeptos. Pelo contrário, criou inimizades, isolamento e quase foi à falência. É dele o desabafo: “Senti-me desprezado por todos. Pela primeira vez, meu consultório está vazio. Não posso começar nenhum novo tratamento e nenhum dos antigos foi completado”.

Esse foi o calcanhar-de-aquiles de Freud. O único modo de reconquistar o apoio da classe foi abandonar a Teoria da Sedução, em Setembro de 1897.

O Complexo de Édipo é uma fraude montada para substituir a Teoria da Sedução de Freud

Mas a reconciliação completa só se deu quando, num golpe de mestre, substituiu a Teoria da Sedução pelo Complexo de Édipo: um passe mágico transmutando vítima infantil em autora e marmanjo estuprador em vítima das tentações edipianas, para total aplauso de colegas, amigos e parentes.

Mesmo após ter abandonado a Teoria da Sedução, Freud se depara com mais provas clínicas de crianças violentadas sexualmente. Nada diz em público, para evitar retaliações, mas confidencia o fato em carta a Fliess em Fevereiro de 1897, também sonegada das “Correspondências Completas”.

Vê-se, assim, que o produto edipiano é mero embuste criado por propaganda enganosa de espertalhões. Os fatos presenciados por Freud evidenciavam o adulto impondo práticas sexuais contra pequerruchos que, por sua vez, não as desejavam nem incentivavam. a Teoria da Sedução alertava para o efeito patológico das reminiscências da violência sexual imposta. O Complexo de Édipo lança suspeita universal de que a criança deseja o ato sexual, incentivando e participando de forma ativa.

Decorridos mais de 80 anos, o mundo não mudou muito. Em 1980, Jeffrey Masson, faz um achado histórico: localiza documentos ardilosamente sonegados ao público pelos psicanalistas, mostrando que o Complexo de Édipo é uma fraude montada com interesses corporativos graças à cumplicidade da imprensa da época.

Ao divulgar suas descobertas, Masson é demitido do cargo de diretor do IPA (International Psychoanalytical Association, fundada por Freud em 1910), em vez de ser agraciado. O Complexo de Édipo é mais do que saber falsificado. Nasceu na tentativa de encobrir criminosos estupradores. Sua difusão atual, depois de comprovado como embuste, deve ser encarada não só academicamente como fraude científica, mas enfrentada também judicialmente como propaganda enganosa, pois ludibria a sociedade e jovens acadêmicos e incentiva a impunidade.

Sem a cumplicidade da imprensa da época, a sociedade já estaria livre da farsa edipiana. A própria imprensa pode agora aposentar Édipo, até porque o estoque de otários chegou a fim!

A Última Fronteira – Mensagem aos Místicos

O ser humano é capaz de manipular átomos e gênes – nanotecnologia, e construir veículos espaciais, mas é inépto para resolver problemas como alcoolismo, dependência de tóxicos ou até simples fobia. O motivo de tal fracasso no campo da psicologia é um só: desconhecimento do real funcionamento da mente humana. Essa falha não é acidental, nem decorre de mero erro conceitual qualquer. Resulta da paralisia do próprio paradigma que vem guiando incorretamente as pesquisas, as práxis e as teorias na psicologia, qual seja, o Paradigma do Passivismo Psíquico ou PPP.

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Teste sua atualização em Psicologia

TESTE DE ATUALIZAÇÃO DE CONHECIMENTO SOBRE O MODERNO MECANISMO DA MENTE

Qual o mecanismo do sonho?

Como construir corretamente a maquete mental de projetos bem sucedidos?

É possível programar sonhos?

Há diferença entre a maquete mental do projeto bem sucedido do mal sucedido?

Como resolver problemas durante o sonho?

O que é mais importante, a imaginação ou a vontade?

Qual a diferença entre raiva e ódio?

A imaginação foge da realidade ou é sua arquiteta?

Qual o mecanismo do ódio?

Você sabia que  fraudes existem no comércio,  na política,  no contrabando e na ciência?

Qual a diferença entre amor e paixão?

O assassino serial é um doente mental ou  atleta meganérgico? Por quê?

Qual o mecanismo da paixão?

Ter medo de alguma coisa é bom ou é ruim? Por quê?

Qual a diferença entre tristeza e depressão?

Os fenômenos conhecidos como traumas ficam esquecidos e reprimidos no inconsciente? Por quê? E se for exatamente o contrário?

Qual o mecanismo da depressão?

Psicoterapias regressivas fazem bem ou criam sofrimento adicional?

O que é o comportamento compulsivo?

Porque a nossa sociedade diz que o anormal é doente mental ao invés de dissidente? Você acha que há diferença entre uma coisa e outra?

Você sabe criar um comportamento compulsivo?

Como construir corretamente a maquete mental de projetos bem sucedidos?

Como desativar a paixão, a depressão, a compulsão?

Há diferença entre a maquete mental do projeto bem sucedido do mal sucedido?

O efeito placebo como funciona? É possível replicá-lo?

O que é mais importante, a imaginação ou a vontade?

O hipnotismo seria magnetismo, inconsciente ou alfagenia?

A imaginação foge da realidade ou é a arquiteta da realidade?

O mecanismo da memória e da amnésia são o oposto ou idênticos?

Você sabia que as fraudes existem tanto no comércio, quanto na política, quanto no contrabando, quanto na ciência?

 RESPOSTA: A ciência do século XIX-XX explicava que esses fenômenos  eram produzidos pelo inconsciente, uma visão típica do mecanicismo então reinante. De lá para cá tudo mudou no mundo, menos a Psicologia. Agora é a vez da Psicologia mudar.  Venha conhecer os conceitos de ponta do III Milênio sobre a mais atualizada visão do sistema mente-cérebro participando do:


 CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM NOERGOLOGIA TRAZ NOVA VISÃO DA PSICOLOGIA

 PENSAMENTO CRIADOR

Fonte: Assessoria de Comunicação – Faculdades Integradas “Espírita”, Jornalista Responsável: Luiz Andrioli – MTb 4329/17/169

 Longe dos conceitos tradicionais da psicologia, a Noergologia acredita na capacidade de criação do pensamento. 

 Em parceria com o Instituto de Noergologia, as Faculdades Integradas “Espírita” lançam o curso de Pós-graduação em Noergologia. Com um enfoque diferenciado daquele proposto pela psicologia tradicional, a pós-graduação em Noergologia preencherá a lacuna deixada pela virtual inexistência da cadeira de Análise Paradigmática nas grades curriculares brasileiras e a quase ausência de cursos preparando pioneiros multiplicadores, difusores e pesquisadores de paradigmas emergentes.

 O curso apresenta-se como um novo paradigma, frente aos velhos e ultrapassados conceitos da psicologia vigente, que, fundamentalmente, acredita que o pensamento é inconsciente. Aí reside o grande diferencial da Noergologia.

 ”Hoje na psicologia existem vários axiomas. Um deles diz que pensamento é inconsciente. Para o paradigma vigente, um procedimento é científico se ele estiver vinculado, obedecer o axioma do inconsciente. Para a Noergologia, o status de cientificidade só é aferido a partir do axioma de que pensamento é criador e não inconsciente”, explica o professor Jacob Bettoni, coordenador do curso.

 Bettoni, professor de Psicologia, Filosofia, Sociologia e Análise Paradigmática, é autor do livro Revolução de Paradigma na Psicologia, obra composta após uma pesquisa de mais de 40 anos. 

Segundo Bettoni, a compreensão do conceito de paradigma é vital para se entender o processo de revolução científica. Sendo assim, o curso de pós em Noergologia tem como meta preparar pioneiros da Noergologia e Analistas Paradigmáticos aptos a realizarem o mapeamento de axiomas paradigmáticos – geradores de mudanças estruturais na maneira de produzir ciências humanas.


Contato: noergologia@noergologia.com.br  041 – 9991-3731/3014-3731

 

Acenda esta idéia: respeite o sol, apagando o farol


PREJUÍZOS PROVOCADOS PELO USO INDISCRIMINADO DOS FARÓIS
1. Aumenta o aquecimento global jogando na atmosfera toneladas de dióxido de carbono
2. Aumenta temerariamente a queima de combustíveis
3. Aumenta o risco de acidente para os motoqueiros: apenas motos e ônibus com faróis acesos e todo o restante da frota com faróis apagados, garante proteção seletiva em função da “lei da Atenção ao Estímulo Mutante de Muller”. Porém, toda a frota com faróis diurnos acesos inutiliza a “proteção da Lei de Muller”. Não é sem razão que foram os motoqueiros que barraram o uso dos faróis diurnos abusivos na França;
4. Aumenta risco de acidentes noturnos decorrentes de baixa luminosidade produzida por faróis cujo teor de luminância foi gasto acriticamente sob luz solar tropical e que não foram trocados em média a cada 500h de uso;
5. Além da poluição atmosférica, provocam também poluição luminosa afetando diretamente o cérebro, isso porque não enxergamos com os olhos, enxergamos com o cérebro.
6. Eleva o limiar visual mínimo o que aumenta o estresse, com todas as suas seqüelas negativas para a saúde e para o desempenho do motorista no trânsito;
7. O aumento contínuo do limiar visual produzido pelo farol diurno em clima tropical está na contramão do consagrado princípio perceptivo: a percepção se otimiza com o estímulo mediano e se deteriora com a overdose estimular, estabelecendo a diferença entre degustação e porre; música e poluição sonora; proteção e poluição visual;
8. Cronaxia provocada por faróis sobrepostos ao sol nascente, com carros trafegando para leste no início do dia; e ao sol poente, com carros trafegando para oeste no final do dia provocará perigosos momentos de cegueira cronáxica cerebral e grave estresse deteriorando a qualidade de vida do motorista.
9. Punem o motorista que deve arcar com os prejuízos decorrentes do aumento de consumo de combustível e da troca de eletro implementos desgastados imperdoavelmente pelo uso diurno em clima tropical.
10. Faróis diurnos abusivos foram condenados como perversa poluição luminosa pelo plenário do XV EPEA e do XVI EPEA (Encontro de Entidades Ambientalistas Paranaenses), pela 2ª Conferência Nacional do ministério do meio ambiente.
11. Por isso o Artigo 40 do CBT deve ser preservado: faróis são usados de noite e de dia sob neblina, tempestades e túneis. Fora disso, devem ser proibidos, permanecendo para uso exclusivo de motos e ônibus, como prevê o PL 6777/2006, o único projeto dessa área que não cedeu às tentações argentárias e por isso mesmo o único, até agora, inteligente, honesto e respeitoso com os direitos e com a inteligência do cidadão.

PREJUÍZOS DOS FARÓIS INDISCRIMINADOS SEGUNDO A NATIONAL MOTORISTS ASSOCIATION – EEUU
1. O uso do farol noturno durante o dia é proibido em todos os países evoluídos, nos quais é permitido apenas o DRL. Enquanto no Brasil alguns retardatários defendem o uso do velho farol noturno durante o dia, nos EEUU motoristas se organizam para pedir a proibição do próprio farol diurno, do DRL dispositivo de baixa intensidade luminosa próprio para uso diurno em países cujas condições atmosféricas exigem tal medida, o que não é o caso do Brasil.
2. Para se protegerem contra a poluição ocasionada pela luz diurna do DRL, motoristas estão usando óculos de sol até em dias de chuva e configurando o retrovisor para a posição noturna;
3. Os DRL estão dificultando a visão dos sinais de trânsito e placas de sinalização;
4. O incômodo provocado pela luz do DRL está distraindo o motorista ao invés de aumentar a visibilidade;
5. O DRL mascara outros usuários das rodovias como pedestres, trabalhadores, ciclistas e animais a beira da pista;
6. O DRL elimina a vantagem da proteção luminosa que o motociclista tem quando os demais veículos usam faróis apagados;
7. Altera e distorce a percepção de distância, aumentando os riscos de acidentes por distorção perceptiva – uma descoberta do brasileiro prof. José silva;
8. Reduz a visibilidade e o “destaque” dado aos veículos de emergência, bombeiros, ambulâncias, caminhões com combustível.
9. O farol diurno, até mesmo do DRL que é mais fraco que o farol convencional, provoca um triplo prejuízo: pune o motorista usuário, o motorista que vem em sentido contrário ou está na frente e a sociedade como um todo: a) o motorista usuário é punido com o aumento de despesas de combustível e manutenção do sistema elétrico; b) o motorista à frente ou em sentido contrário é punido com a poluição luminosa da luz diurna e suas seqüelas; c) a sociedade é punida por um considerável aumento total de combustível estimado em U$600 milhões de dólares anuais só nos EEUU; d) o preço mais elevado é pago pelos animais humanos ou não que são fulminados por duas poluições interdependentes: i – a poluição luminosa que prejudica a curto, médio e longo prazo pessoas, motoristas, pedestres e animais atingidos com luz artificial diurna, o que é contra a natureza que evoluiu milhões de anos preparando-os para contemplar luz natural; II – mas, além disso, o uso “criminoso” de luz diurna desnecessária joga oito bilhões de libras de dióxido de carbono a mais na atmosfera.
10. Assim, a National Motorists Association faz uma petição solicitando que o DRL automático seja banido e que o motorista deixe de ser considerado legalmente cego.
O CRIME AMBIENTAL DOS FARÓIS ABUSIVOS
“Gerações futuras têm o direito a uma Terra sem poluição e destruição inclusive o direito a um céu limpo.” Carta da UNESCO de 1994.
Não se admite tratar o CFC como mera questão industrial de geladeira. Também não podemos admitir falar de faróis como mero tema de trânsito. Tanto CFC quanto faróis indiscriminados são poluentes. Ambos afetam o aquecimento global. O farol indiscriminado é mais pernicioso porque além da poluição atmosférica com CO2, produz também poluição luminosa que afeta diretamente nosso sistema mente-cérebro.
O QUE AS DESCOBERTAS DA CIÊNCIA PERCEPTIVA RECOMENDAM PARA GARANTIR SEGURANÇA AO TRÃNSITO, MANTENDO O BEM ESTAR DO MOTORISTA E EVITANDO OS EFEITOS COLATERAIS DOS FARÓIS INDISCRIMINADOS?

I – substituir a visão fragmentária do farol descontextualizado pela sistêmica com ênfase no sujeito perceptivo; II – Inverter prioridade trazendo o Homem de volta para o primeiro plano, fazendo com que farol e transito estejam a serviço do Homem e não mais o contrário como vem sendo equivocadamente feito; III – Avaliar sistemicamente os efeitos colaterais do uso indiscriminado e anticientífico dos faróis como a poluição luminosa e a poluição atmosférica; IV – Restringir o uso do farol ao que já determina o artigo 40 do CTB, exigindo obediência estritamente ao que a ciência perceptiva recomenda: toda a frota com faróis baixos só em túneis, neblina e intempéries. Fora disso ficam apagados, o que garante a proteção da Lei de Muller para motos e ônibus, que usam o farol diurno com exclusividade; V – Proibir o uso anticientífico dos faróis diminuindo assim os riscos da perda do estímulo mutante por parte dos motoqueiros, dos acidentes ocasionados por cronaxia, ou seja, cegueira momentânea gerada por estímulos luminosos de faróis artificiais e sobrepostos à luz do sol quase na horizontal nas viagens para o oeste no final do dia ou para leste no início da manhã; de acidentes provocados por aumento de distorção perceptiva decorrentes da luz artificial sobreposta à luz do sol; de acidentes provocados pelo estresse gerado pela agressão da luz artificial no sistema visual e de acidentes noturnos gerado por faróis cujo teor de luminosidade foi esbanjado insensatamente à luz do sol, mas não foi trocado ao final do seu ciclo de luminância útil; VI – Criar cartilhas educativas do correto uso do farol, sempre obedecendo à Teoria da Relatividade Perceptiva, evitando o uso indiscriminado do farol, divulgando as leis perceptivas básicas, popularizando conceitos de distorção perceptiva nas ultrapassagens, de permanência mnésica visual no crepúsculo, etc. medidas que certamente aumentarão a efetiva segurança no trânsito, sem provocar efeitos colaterais e expurgando definitivamente interesses lobistas da pesquisa científica pura sobre mecanismos perceptivos do sistema mente-cérebro.
ACENDA ESTA IDÉIA: RESPEITE O SOL, APAGANDO O FAROL!

Cuidado com farol aceso de dia: ele agride diretamente a natureza humana preparada para a luz natural diurna e não para a luz artificial. Reflita no alerta do Dr. Bock: “a exposição aos ciclos naturais de luz resulta da evolução de milhões de anos e o Homem não pode interferir nesse mecanismo impunemente. Podemos enganar pessoas, mas não nosso organismo”. Farol veicular diurno também envenena a atmosfera com dióxido de carbono. Provoca prejuízos vários para o motorista e para a sociedade. E nos priva cada do prazer tão gostoso de simplesmente contemplar o mundo natural. Priva-nos do “direito ao ambiente natural”, que nos está assegurado pela carta da UNESCO de 1994 e pela Carta da Terra.
QUE PARÂMETROS TÉCNICOS FORAM UTILIZADOS PARA CLASSIFICAR O FAROL DIURNO INDISCRIMINADO COMO POLUIÇÃO LUMINOSA?

Em 1967, o então Conselho Europeu definiu os parâmetros básicos para configurar o que é e o que não é poluição. Desde então, adota-se o critério de definir como poluidor todo e qualquer elemento ou estímulo artificial adicionado ao ambiente natural que se encaixa em apenas um dos três parâmetros internacionais a seguir: 1. Produza algum incômodo ou mal estar nos seres vivos; 2. E/ou esteja em desacordo com a ciência do momento; 3. E/ou seja, suscetível de provocar algum efeito nocivo. Foi dentro desses parâmetros que surgiu em 1970 o conceito de poluição sonora e em 1997 adotou-se em Copenhague o conceito de poluição luminosa.
ENTÃO O FAROL, QUANDO USADO NO CORRETO MODO INTELIGENTE, NÃO PROVOCA POLUIÇÃO LUMINOSA? – R – Isso mesmo, já que o modo inteligente está em conformidade com a Científica da Relatividade Perceptiva de Hoffding e à Teoria Geral da Relatividade de Einstein.
O FAROL, QUANDO USADO NO MODO INDISCRIMINADO OU MECANICISTA, PREENCHE OS PARÂMETROS NECESSÁRIOS PARA CONFIGURÁ-LO COMO POLUIÇÃO LUMINOSA? R – Efetivamente o uso do farol no MODO INDISCRIMINADO recebe o carimbo de poluição luminosa porque se encaixa nos três parâmetros tradicionais aferidores da poluição: a) incomoda animais humanos e não humanos; b) interfere nos mecanismos cerebrais evoluídos para contemplar luz reflexa natural durante o dia e não luz artificial; c) é suscetível de afetar a saúde e o bem estar; d) trafega na contramão de todas as descobertas científicas de vanguarda sobre os mecanismos perceptivos do sistema mente-cérebro, furando até mesmo o sinal vermelho da conhecidíssima teoria da relatividade perceptiva.
QUE OUTROS PARÂMETROS CONSOLIDAM O MODO INDISCRIMINADO DOS FARÓIS COMO POLUIÇÃO? (R – 1) A Constituição Federal protege o cidadão contra a degradação ambiental, sendo nesse ponto explícita: Art. 23 É competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios: VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas. Art.24 Compete a União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: VI – florestas, caça, pesca, fauna, conservação da natureza, defesa o solo e dos recursos naturais, proteção do meio ambiente e controle da poluição; VIII responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico; 2) A Constituição Federal também protege o cidadão contra a campanha enganosa do uso dos faróis indiscriminados, quando no seu artigo 205 diz “a educação é direito de todos”. Como o uso indiscriminado dos faróis colide frontalmente com as descobertas científicas dos mecanismos perceptivos, colide também e ipso facto com o artigo 205 da Constituição Federal; 3) “O artigo 225 trata do meio ambiente e diz que compete ao Poder Público e à Coletividade “promover a educação ambiental” (inciso VI); e no Inciso VII parágrafo 3” as condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas a sanções penais e administrativas independentemente da Obrigação DE REPARAR OS DANOS CAUSADOS”; 4) O princípio básico da ecologia: Prefira sempre o que é natural. Só use o artificial quando estritamente insubstituível; 5) O combate à poluição luminosa é uma militância ecológica que não se exaure na luta contra os faróis indiscriminados e abusivos, ela abrange também o uso indiscriminado das luzes artificiais noturnas. Acenda esta idéia: respeite o sol, apagando o farol; 6) Faróis no MODO INDISCRIMINADOS foram condenados como perversa poluição luminosa pela unanimidade do plenário do xv EPEA (Encontro de Entidades Ambientalistas Paranaenses) e da 2ª Conferência Nacional do ministério do meio ambiente; 7) A carta da Terra garante a todo ser humano direito ao ambiente natural; 8) A carta da UNESCO de 1994 garante “o direito a uma Terra sem poluição e destruição inclusive o direito a um céu limpo”.

Revolução Sexual

FREUD NÃO REVOLUCIONOU, MAS PLAGIOU  AO EXPLICAR A MENTE PELO SEXO

ouça a palestra  GENEALOGIA DO AXIOMA DA ENERGIA INVASORA, enquanto lê o artigo abaixo.

 A partir de Hipócrates, o Pai da Medicina, o sexo ficou consagrado como a única matriz energética capaz de prover a energia do pensamento. No Século III AC. Foi ele quem lançou a explicação clássica da histeria como distúrbios do pensamento e do comportamento decorrentes da locomoção fisiológica do útero.

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O sistema Pensamento-Cérebro é Ativo e Criador