GLOSSÁRIO NOERGOLÓGICO
1.
ABORDAGEM AFIRMATIVA: Técnica focada na descoberta de atos
de criação mental mesmo nos mais dramáticos relatos de
tristeza, depressão ou sofrimento.
2.
ADMINISTRAÇÃO DO CONHECIMENTO:
Tarefa exercida pela Metodologia Científica cujo objetivo
principal é indexar o conhecimento, catalogando-o e
comunicando-o à Comunidade Científica de forma sistematiza
por Normas que, no Brasil, são emanadas pela ABNT e
adotadas por Cada Universidade ou mesmo Instituto de
Pesquisa com pequenas modificações próprias.
3.
ALFAGENIA:
auto-indução controlada da freqüência e potência da
eletricidade cerebral.
4.
ANÁLISE
PARADIGMÁTICA:
atividade da área de GESTÃO DO CONHECIMENTO. Consiste no
rastreio, localização e identificação dos axiomas que
regem um paradigma, possibilitando o mapeamento dos
axiomas do paradigma emergente na área rastreada.
5.
APORIA:
raciocínio falho conclusivo de premissas contraditórias.
Exemplo: afirmar que o examinando projeta o inconsciente
quando olha o desenho de Rorschach, todavia o examinador
emite laudos conscientes quando olha o desenho da árvore.
6.
ATENÇÃO:
seleção ativa da própria atividade mental ou de
informações ecológicas, intra-organísmicas, memórias,
idéias meganérgicas ou aspectos genéricos da experiência.
7.
ATLETA
MEGANÉRGICO OU MEGATLETA:
pessoa com elevada capacidade criadora de MEMÓRIAS
MEGANÉRGICAS, (meganes) isto é, memórias muito
eficientes, idéias altamente carregadas de noergia,
contendo elevado potencial de ação. Meganes são a matéria
prima para a realização de estupendos atos
comportamentais. Qualquer pessoa pode tornar-se atleta
meganérgico mediante treinamento. Exemplos de atletas
meganérgicos: praticantes de crimes hediondos,
compositores musicais, poetas, escritores, detentores de
grandes fobias, construtores de grandes obras, etc. O
velho paradigma denominava alguns atletas meganérgicos de
doentes mentais outros de heróis. Na realidade ambos são
atletas meganérgicos e legítimos criadores das suas
meganes. Alguns, todavia, fazem uso contraproducente dessa
sua extraordinária habilidade, podendo ser equiparados aos
karatekas que matam com um golpe a troco de uma simples
discussão de trânsito. Nos dois exemplos o mecanismo foi
perfeito, apenas o uso foi inadequado.
8.
AXIOGRAMA:
autodeclaração de valores e antivalores, práxis criada em
obediência ao AXIOMA da intencionalidade humana, axioma
este que torna incompatível a utilização de psicotestes,
práxis contraditória com a Noergologia já que pressupõe o
determinismo.
9.
AXIOMAS:
regras, crenças e princípios aceitos como verdadeiros e
não suscetíveis de discussão, definindo o que é certo ou
errado, científico ou não.
10.
BATERIA
RORSCHACHIANA:
psicoteste constituído de cartões com desenhos aleatórios.
A mesma teoria diz que: a) quando o examinando olha para
esses desenhos projeta o seu inconsciente; b), mas quando
o examinador olha para o desenho do teste da árvore emite
laudos conscientes aporia flagrando o preconceito do PPP
contra a imaginação.
44.
BIAS:
conjunto de idéias preconcebidas; soma de preconceitos.
11.
BIÓTICA:
ciência que resulta da associação da biologia e da
informática. Aplica-se principalmente à criação das
interconexões entre o cérebro humano e os computadores.
12.
BIUNÍVOCA:
relação de dois valores mutuamente reversíveis.

13.
CAVERNÍCOLA:
designativo do habitante da caverna de Platão, pessoa
capaz de enxergar apenas sombras, submissa nas relações de
poder, interpretado nunca intérprete, vítima do
inconsciente. É o representante típico do paciente do PPP.
14.
CÉREBRO
BICAMERAL: Homero dizia que tínhamos duas almas: enquanto uma dormia a outra
ficava acordada. Aristocratas tinham o direito político de
ter consciência, ou seja, de pensar por conta própria. Ao
passo que cavernícola (povão) tinham a obrigação política
de serem inconscientes. A alma do aristocrata morto se a
Psicologia do Passivismo Psíquico estuda defuntos
psicológicos, alimentando a utopia da interpretação do
inconsciente, o qual não passa de um exercício
maquiavélico microfísico de poder: sem o bipolo superior x
subordinado fica impossível qualquer hermenêutica do
inconsciente, já que ele na qualidade de universal
afirmativa invalidaria qualquer atividade desse tipo, a
não ser como uma aporia. Platão também acreditava que
tínhamos duas almas: uma racional outra irracional, teoria
que Freud incorporou em inconsciente x consciente, em id x
ego. Finalmente a noergologia se liberta de todas essas
crendices, conquistando o conhecimento do mecanismo do
cérebro bicameral e das diferenças de potencial noérgico,
tais como entre vontade e imaginação. Como é sabido,
imaginação sempre vence a vontade e é exatamente ela a
grande usina criadora das memórias meganérgicas, memórias
altamente carregadas de noergia, cujo desconhecimento
levava os antigos, incluindo Freud, a supor que tivéssemos
uma mente bipartida em id e ego. O fenômeno do cérebro
bicameral e das diferenças de potencial noérgico permitiu
aos noergologistas enxergarem extraordinárias criações da
nossa imaginação, cuja elevada eficácia aliada ao
desconhecimento desses mecanismos, facilitava esse tipo de
confusão, fazendo muitas civilizações acreditar no velho
equívoco da repressão, da projeção e da dissociação,
conceitos esses que são filhos do desconhecimento tanto do
funcionamento da vontade versus imaginação, quanto da
bicameralidade cerebral. Conheça mais a respeito e
livre-se das falsas crenças sobre o funcionamento da
mente.

15.
CÉREBRO
DIVIDIDO: ou bipartido, segundo o clássico conceito do Dr. Sperry consiste na
“cisão do corpo caloso e demais conexões entre os dois
hemisférios a partir da parte superior do tronco cerebral
incluindo o quiasma ótico”. Nesse caso desaparece a
contralateralidade visual. O termo Cérebro dividido é
inadequado para a comissurotomia.
16.
CIENTIFICIDADE:
em GESTÃO DO CONHECIMENTO são dois os critérios básicos da
aferição de cientificidade: a) obediência a todos os
axiomas paradigmáticos vinculantes; b) replicabilidade na
acareação empírica.
17.
CIENTISTA:
devemos entender como cientista dois grupos especiais e
distintos de pesquisadores: a) os que se dedicam à GESTÃO
DO CONHECIMENTO e portanto objetivam preferencialmente o
progresso através de inovadoras pesquisas, teorias e
práxis; b) os que têm como foco principal a PRESERVAÇÃO e
COMUNICAÇÃO do conhecimento já existente, perseguindo
avanços científicos sem quebra do vínculo paradigmático
vigente. Os cientistas que trabalham com GESTÃO DO
CONHECIMENTO obedecem apenas a poucos axiomas, ao passo
que os cientistas preservacionistas têm a sua área de
atuação limitadíssima a centenas de normas técnicas
detalhistas. É importante salientar que as grandes
descobertas científicas foram feitas por GESTORES DO
CONHECIMENTO.Einstein é um - dentre centenas - de exemplos
estimulantes. Eis o que dizia: “minha imaginação foi meu
laboratório e minha metodologia”. James McGaugh descobriu
mecanismos neuronais envolvidos na memória, na sua
garagem. Darwin lançou sua teoria evolucionista
excursionando. A neuroeletricidade foi descoberta na
cozinha, a gravidade num piquenique, a insulina num sonho,
etc. Em “Imaginação Científica”, Holton desfile uma série
de descobertas possibilitadas por gestores do
conhecimento, os quais gozam da indiscutível vantagem de
não estarem cerceados por normas detalhistas, já que estão
comprometidos apenas com os axiomas do seu apriori
científico, que coincidentemente é também o seu Norte. Por
outro lado, quando se trata de comunicar e preservar o
conhecimento já adquirido, nele incutindo pequenos atos de
KAIZEN, os rigores metodológicos são mais apropriados. É
bom salientar, todavia, que se trata de tarefas
científicas distintas.

18.
COMISSUROTOMIA:
cisão apenas do corpo caloso, mantendo incólumes as demais
conexões inter-hemisféricas, permanecendo a
contralateralidade visual.
19.
COMPORTAMENTO EFICIENTE OU VIP
é caracterizado por atos comportamentais automáticos,
eficientes, velozes, rápidos comandados por MEGANES e que
eram equivocadamente chamados de inconsciente pelo PPP. O
COMPORTAMENTO VIP é sempre função direta, jamais inversa,
de memória de boa qualidade, de memória meganérgica ou
megane. Exemplo popular de comportamento vip é o bom
motorista, cuja eficácia ao guiar é acionada pela megane
procedural de pilotar automóvel. Quando aprendemos a
dirigir cometemos vários erros porque a memória que
comanda esse comportamento ainda se encontra na fase de
MCP (memória a curto prazo), progredindo depois para MLP
(memória a longo prazo) fraca. O treino a transforma em
MLP forte, chegando após muito uso a consolidar-se como
uma memória de grande qualidade e eficácia, ou seja, como
uma MEMÓRIA MEGANÉRGICA ou MEGANE. É exatamente a megane
procedural de pilotar que faz com que após bastante treino
consigamos guiar automaticamente: eis um exemplo de
comportamento vip ou eficiente. É com mecanismo semelhante
que podemos criar meganes para atirar, guiar, lutar, fugir
ou matar automaticamente. A sabedoria evolutiva de milhões
de anos preparou nossa atual geração para nascermos com
algumas pouquíssimas, mas valiosíssimas megaínas* contendo
arquivos de memória de alta qualidade que nos deixam
preparados para meia dúzia de atividades: lutar, fugir,
comer, beber, copular. Essas megaínas, chamadas
confusamente de instinto pelo PPP, são arquivos de memória
muito específicos, denominados pedagogicamente de tomadas
hormonais. A figura pedagógica é muito adequada: podemos
ligar ou desligar uma tomada elétrica e ao fazê-lo
especificamente permitimos a conexão de prótons com
elétrons produzindo os efeitos luminosos conhecidos.
Analogamente podemos ligar ou desligar megaínas e ao
fazê-lo especifica e exclusivamente ligamos ou desligamos
as respectivas tomadas hormonais. Por exemplo, se você
precisa lutar, é suficiente que o córtex analise os
elementos culturais e conclua que lutar é a solução, para
que a tomada adrenérgica seja imediatamente ligada, sob
comando cortical veloz e como conseqüência dessa megaína
de luta ocorrem os fenômenos fisiológicos conhecidos tais
como diminuição da circulação periférica, aumento da
circulação nos braços e tórax, etc. A megaína de luta se
restringe a isso, aos efeitos da tomada hormonal: apenas
isso é inato. Com quem lutar é cultural. A luta é
comandada pela megaína, com quem lutar é comandado por
megane. Nascemos com meganes que nos deixam treinados para
comer, beber, lutar, fugir, copular. Todo o resto é
cortical: comer peixe cru ou churrasco; lutar contra Fidel
ou bush; copular com uma loira ou uma morena; beber sakê
ou pinga. Meganes eficientes sempre criam comportamentos
eficientes ou VIP. A rapidez e eficácia dos comportamentos
vip confundiam sistematicamente os militantes do PPP, os
quais por desconhecerem o mecanismo da memória faziam
confusões tão grandes a ponto de chamar utopicamente de
seqüestro neural o que na realidade era seqüestro
emocional. Os exemplos citados por Golemann a favor do
seqüestro neural são eloqüentes para demonstrar que o
verdadeiro fenômeno por detrás de todos os comportamentos
vip é o seqüestro emocional e nunca o seqüestro neural: o
pai que ouviu um barulho no escuro, pegou o revolver
debaixo do travesseiro, deu um tiro e ao acender a luz
descobriu que tinha alvejado mortalmente a própria filha.
Aqui temos que sua tomada adrenérgica para lutar, sua
megaína de luta foi utilizada corticalmente mediante
treino que criou a megane de usar revólver: claramente o
nível mais evoluído comandou o nível menos evoluído. Na
mesma situação o homem das cavernas teria usado flecha no
lugar de revólver, porque esse era o seu elemento cultural
para lutar. Assim podemos desenvolver inteligência
noérgica, ou seja, podemos aprender a criar meganes
culturais as mais diversas possíveis, para comandar a meia
dúzia de megaínas (instintos do PPP). Finalmente é bom
lembrar que fora desse enfoque, Golemann faz algumas
afirmações verdadeiras, embora não pelas razões que
invoca. Exemplos: nossas preocupações se tornam profecias
realizáveis, impelindo-nos para o desastre que tememos; a
ruminação alimenta as chamas da ira. Em noergologia
aprendemos que esses são excelentes mecanismos criadores
de meganes, porque em todos existe a presença da
imaginação ideoplásica, a grande usina de meganes,
mecanismo que mostra sua eficácia também naquilo que Frank
chama de ansiedade antecipatória. Criamos uma metodologia
conhecida como ERICA, que permite replicar e, portanto
demonstrar cientificamente que esse é o mecanismo criador
de memórias, principalmente de meganes, onde também
identificamos um sentimento natural de gratificação pela
materialização comportamental da ação contida nas meganes
o gol, a meta alcançada, a vitória.17. COMPORTAMENTO VIP,
AUTOMÁTICO, EFICIENTE - são os atos comportamentais
criados por meganes, chamados impropriamente de
comportamento compulsivo pelo PPP.

20.
CONFRONTAÇÃO EMPÍRICA:
acareação da teoria com pesquisas sobre o fenômeno que ela
tenta explicar.
21.
CONSCIÊNCIA E INCONSCIÊNCIA:
Noergologia não usa nenhum desses semantemas, o último por
ser utopia e o primeiro por ser pleonasmo. A necessidade
desses dois termos nasceu em circunstâncias históricas,
culturais e políticas já ultrapassadas. Várias descobertas
aposentaram a necessidade dos dois termos: microfísica do
poder, cérebro bicameral, diferença de potencial noérgico.
Vide Inconsciente e Cérebro Bicameral.
22.
CONTRALATERALIDADE: cada hemisfério controla o lado oposto do corpo. A contralateralidade
visual desaparece no cérebro dividido, mas permanece na
comissurotomia.

23.
DIABO:
Sócrates dizia que tinha dentro de si o seu diabulus. O
axioma cabalista é Daemon est Deus inversus. Demônio é
diferente de diabo, palavra grega que significa gênio,
embora, comumente, as consideremos sinônimos. Satã em
hebraico é o mesmo que diabulus em latim. Nos tratados de
ciências herméticas, o termo grego Daemon simboliza
divindade e, nunca, a pressuposta interpretação das
religiões dualistas, que a aplicam com o fim de amedrontar
os prosélitos. Na teoria da Bruxaria representava
poderosas entidades energéticas que invadiam, dominavam e
conquistavam o corpo e o cérebro, escondendo-se na
imaginação das suas vítimas, de onde controlavam todo o
pensamento e comportamento. Daí a necessidade de
psicanalisar o esconderijo do invasor.
24.
DIFERENÇA
DE POTENCIAL NOÉRGICO:
O estudo do isomorfismo pensamento-cérebro permitiu
esclarecer os fenômenos da noergia, da Infocinética e da
neuroeletricidade, observando-se diferentes potenciais
noérgicos em vários fenômenos do sistema mente-cerebro. O
desconhecimento desses mecanismos levava o PPP a
confundi-los com inconsciente.
25.
DIMENSÕES
DA REALIDADE:
Percepções da realidade criada pelo sistema mente-cerebro
ativo e criador.

26.
DIVERGÊNCIA PERCEPTIVA:
Percepções são criações noérgicas exclusivas, por isso
rigorosamente falando sempre existe divergência
perceptiva. Todavia o termo é usado em Noergologia para
significar as divergências perceptivas que eram
equivocadamente chamadas de inconsciente pelo velho
paradigma do PPP. Exemplo comum era dizer que o paciente
em coma estava inconsciente ou o aluno hiperativo tinha
déficit de atenção. Tanto a atenção desse aluno era apenas
divergente da percepção do professor, quanto a percepção
do paciente em coma é divergente da pessoa em estado de
vigília. Todas estas dimensões perceptivas são legítimas:
dizê-las conscientes é redundância e carimbá-las de
inconsciente é utopia. Por isso os dois semantemas -
consciência x inconsciência e seus adjetivos foram
abolidos em Noergologia.Isso evitará que o divergente
perceptivo: a) quando aluno receba um estigma: b) quando
em coma receba a pena de morte; c) quando dissidente
comportamental receba voz de prisão nosocomial.

27.
EEC:
estímulo eletricamente controlado.
28.
EEG:
eletroencefalograma.
29.
EFEITO
DOMINÓ:
supressão das práticas adotadas em cascata quando
afiliadas a determinado axioma do paradigma que está sendo
ultrapassado. Ex. suprimido o axioma da energia invasora
desaparecem seus filhos prediletos: toda a interpretação
do inconsciente, a psicanálise, o asilo político concedido
a bandidos que se foragiam na psicopatologia forense,
aplicação de psicotestes projetivos, etc.

30.
EFEITOS
PARADIGMÁTICOS ESPECÍFICOS:
EFEITO OLHO DO FURACÃO ocorre nas fases paralisante
e revolucionária e objetiva proteger o paradigma vigente
tentando trazer para dentro do seu domínio descobertas
refutadoras dos seus axiomas. Subdivide-se em: a)
EFEITO CAMALEÃO: transforma descobertas refutadoras em
argumentos confirmadores. Exemplos clássicos são a
história do pox vírus e polissonografia e neurociência,
que as teorias demogênica e psicanalítica usavam tentando
transformar tais descobertas de refutadoras em
confirmadoras através de fraude científica; b) EFEITO
TAPETÃO: relega ao ostracismo descobertas refutadoras.
Exemplo: a alfagenia que refuta a psicanálise ainda não
foi incorporada pelo PPP.
31.
EFEITOS
PARADIGMÁTICOS:
GERAIS, presentes em todas as fases paradigmáticas, e
ESPECÍFICOS DE CADA FASE: a) fase estimulante: amplia
fronteira; b) fase paralisante: ofusca alternativas. Nessa
fase é comum o efeito camaleão: militantes do paradigma
vigente manipulam informações transformando descobertas
refutadoras em argumentos confirmatórios, alimentando
fraudes científicas; c) fase revolucionária: zera
conhecimentos consolidados no paradigma até então vigente,
produzindo o efeito dominó: supressão em cascata de práxis
filiadas aos axiomas do paradigma que está sendo
ultrapassado (suprimido o axioma da energia invasora
desaparecem meia centena dos seus filhos tais como
interpretação do inconsciente, psicotestes projetivos etc.
32.
EFEITOS
REVOLUCIONÁRIOS:
são os efeitos positivos imediatos de uma revolução de
paradigma: a) VISÃO SELETIVA: a simples troca de
paradigma possibilita enxergar e principalmente desfrutar
descobertas científicas já feitas mas que estavam ou
escondidas ou deturpadas pelo efeito olho do furacão; b)
EFEITO NAVALHA DE OCKHAM: suprime do foco de
atenção científica todas as teorias vinculadas aos axiomas
do velho paradigma.

33.
EMOÇÕES:
idéias meganérgicas contidas nos arquivos da memória
inatos contextualizados com arquivos de memória criados
noergicamente.
34.
ENERGIA
INVASORA: um dos axiomas do PPP difundindo a crença de que um combustível
invasor produz pensamento e captura a imaginação (súcubo
flecha invisível, id, inconsciente, libido, etc.).
Noergologia corta as algemas que tornavam a imaginação
refém dessa energia invasora projetiva. Agora a imaginação
será a grande criadora da nossa realidade e não mais o
grande esconderijo. O grande avanço é proporcionado pela
seguinte descoberta: no PPP a energia comandava a
imaginação. Em noergologia é a imaginação que comanda
Noergia, a energia específica do sistema
pensamento-cérebro, conceito que dispensa e aposenta o
conceito de energia invasora e todas as suas seqüelas,
entre as quais a repressão e seus filhos e netos.
35.
ENERGIA:
matéria acelerada ao quadrado da velocidade da luz
(E=MC2). Energia e matéria são mútua e continuamente
reversíveis.
36.
ENTREVISTA
COGNITIVA: entrevistador não interrompe o cliente, apenas ouve, observa e anota.
Só faz perguntas não indutivas em momentos propícios.
37.
ENTREVISTA
INDUTIVA: entrevistador conduz a entrevista a um resultado, sabendo-se
holocentrado e utilizando tais conhecimentos para auxiliar
o aluno a atingir o propósito afirmativo do seu alvo
principal.

38.
EPOPTA:
do grego, iluminado ou iniciado. Aquele que passou pela
última fase dos ritos sagrados dos Grandes Mistérios. São
Paulo se auto-aplicou o grau de epopta. O Abade Faria
aplicava o termo ao hipnotizado, considerando-o
pioneiramente um privilegiado e não vítima do diabo ou do
sexo inconsciente, dupla que explicava a hipnose.
39.
ESPECIALIZAÇÕES DO CÉREBRO BICAMERAL.
HEMISFÉRIO DIREITO: intuitivo, geométrico, sintético,
guestaltista, espacial, imaginação, degustação musical,
controla lado esquerdo do corpo; HEMISFÉRIO ESQUERDO -
geralmente dominante - lógico, numérico, analítico,
detalhista, aritmético, vontade, análise musical,
controlado lado direito do corpo. COMPARATIVO HEMISFÉRIO
DIREITO X ESQUERDO: forma x palavra; divergente x
convergente; digital x analógico; abstrato x concreto;
forma x palavra; divergente x convergente; não linear x
linear; holístico x analítico; simultâneo x sucessivo.
40.
ESTADO
ALFAGÊNICO: estado propício à meditação, à imaginação e às criações noérgicas. A
tríade facilitadora desse estado constitui-se de: a) olhos
fechados; b) relax muscular; c) técnicas respiratórias.
45.
ESTIMULO:
produzia resposta no PPP. Na noergologia estimulo é
informação que alimenta a transdução. Em Noergologia não
usamos esse termo, o qual foi mantido no presente
miniglossário com o único objetivo de permitir uma
transição gradual entre nossos arraigados conceitos do PPP
e Noergologia. À medida que evoluirmos o termo ESTÍMULO
deve ser substituído por INFO ou FONTE DE INFORMAÇÃO
46.
FASES
PARADIGMÁTICAS: são três: Estimulante, Paralisante e Revolucionária.
41.
FEITO
POROROCA: embate
entre atores e idéias na fase revolucionária do paradigma.
47.
FENÔMENO:
fato observável despido de descrições. Pensamento ou
comportamento tipificado e singularizado.
48.
FILOCRÁTICO:
saber criado por agentes de poder, principalmente
corporações profissionais, com o único objetivo de
consolidar o próprio poder.
49.
FRAUDES
CIENTÍFICAS: decorrem da manipulação de dados científicos por parte de militantes
de paradigmas na fase paralisante, produzindo conhecimento
fraudado como o geocentrismo depois de Copérnico, a
perseguição ao descobridor da vacina antivariólica, o
complexo de Édipo e mais recentemente a neuropsicanálise.
Os artifícios mais usados n construção de fraudes
científicas, fenômeno previsto por Thomaz Khun, são as
técnicas do OLHO DO FURACÃO, TAPETÃO E CAMALEÃO.

50.
GESTÃO DO
CONHECIMENTO:
área de atividade voltada para a gestação, criação e
evolução do conhecimento, abrangendo a análise
paradigmática com o mapeamento dos axiomas tanto do
paradigma vigente, quanto do paradigma emergente em
determinada área, bem como os processos de criação de
novas linhas de pesquisas, teorias e práxis.

51.
HISTERIA:
Hipócrates, o Pai da Medicina, inseriu na ciência crenças
gregas de que o útero se ejetava da sua posição anatômica,
excursionando pelo corpo fabricando a histeria
especificamente e o psiquismo genericamente (energia
invasora). A autoridade hipocrática é responsável por
teorias que durante séculos (bruxaria e psicanálise)
explicaram o psiquismo como isomorfo do sexo e de outras
obtusas energias invasoras e não do cérebro.
52.
HOLOCENTRADO: é
o observador da noergologia, ecologicamente participante,
sem imunidade científica, interatuante, interagente. Tal
qual o observador quântico ele altera e é alterado pelo
que observa. Jamais teria nem terá autoridade nem
imunidade suficiente para denominar o gesto, a ação ou o
discurso do seu parceiro de transferência, ou resistência.

53.
IDÉIA
MEGANÉRGICA ou MEGANE: idéia altamente carregada de noergia criada por
ideoplasia, que o antigo paradigma do PPP chamava de
inconsciente.
54.
IDEOPLASIA:
O termo ideoplasia foi criado em 1884 por Ochorowicz. Este
termo se aplica à realização fisiológica de uma idéia
mental. Os dois últimos termos grifados podem parecer
pleonasmo. Todavia deixam claro que a idéia iniciada em
primeiro lugar no sistema mente-cerebro é, na seqüência
executada pelo corpo e pelo comportamento. O aparente
pleonasmo refuta a idéia vigente na época, e hoje
encarnada no inconsciente metapsicológico, que define o
mental como subproduto da esfera sexogênica.

55.
IMAGINAÇÃO:
função noérgica criadora do inédito noético e das idéias
meganérgicas. É a qualidade humana mais fundamental, a
grande arquiteta da nossa realidade. Tem sido perseguida
ao longo da história e caçada sem trégua pela bruxaria e
pela psicanálise, que fomentaram o slogan de que fugimos
da realidade pela imaginação. A bruxaria criou os testes
projetivos e as técnicas de interpretação do diabo ou do
inconsciente, incorporadas pela psicanálise, a qual
capitaneia a maior cruzada contra a imaginação de toda a
história da humanidade. Muitos não entenderam o alcance
da ameaça de Freud quando chegou aos EEUU: “esta gente não
suspeita que eu lhes trago a peste”.A psicanálise fomentou
a suspeita universal de que a imaginação está grampeada
pela energia invasora do id ou do inconsciente. Donde a
contínua necessidade de vigilância contra ela, isto é, de
análise interpretativa. O emergente paradigma da
noergologia corta as algemas que tornavam a imaginação
refém do PPP. Agora a imaginação será a grande criadora da
nossa realidade e não mais o grande esconderijo.
56.
INCONSCIENTE:
tal como o éter explicava tudo na Física, quando ela nada
entendia de energia, Inconsciente explicava tudo no
paradigma do PPP, que igualmente nada entendia de energia.
No paradigma emergente inconsciente nada mais explica,
deixa tudo sem explicação. O termo só podia ser tolerado
dentro dos axiomas do PPP, como a percepção passsiva e uma
energia estranha invadindo a imaginação e produzindo o
psiquismo. Sedativo do espírito investigatório, quarto de
despejo da ignorância, estimulante da preguiça mental, o
termo deve ser evitado por estar contaminado de passivismo
e fora de sintonia com a pressão transdisciplinar. Vide
Cérebro Bicameral.

57.
ÍNCUBO:
do latim, incubus. Na teoria da bruxaria significava a
invasão do diabo, que pegava carona no útero de Hipócrates
por onde chegava até o cérebro, conquistava o pensamento e
se escondia na imaginação, enganando a hospedeira com
sonhos provocados nas mulheres.(VIDE Súcubo)
58.
INFOCINÉTICA:
termo adotado desde 1997 pelo Psicólogo Ernest Lawrence
Rossi, indicando a constante transdução de energia, em
informação e em matéria num processo mutuamente
reversível.
42.
INTELIGÊNCIA NOÉRGICA:
Golemann está certo quando defende que podemos treinar
qualquer coisa, inclusive as emoções. Todavia sua teoria
da inteligência emocional não escapa da contaminação
passivista cometendo aqueles erros típicos do PPP dos
quais destacamos: a) confusão entre inato e adquirido: b)
desconhecimento do moderno mecanismo da memória e das suas
diferenças de potencial noérgico e comportamental; c)
confusão de ato comportamental eficaz com inconsciente: d)
inversão do princípio universal de que o nível mais
evoluído (neocórtex) sempre controla o nível anterior,
resumido no seu utópico slogan “seqüestro neural”.
INTELIGÊNCIA NOÉRGICA é uma decorrência natural da
nova compreensão do sistema mente-cerebro, que tem a
obrigação de incorporar os modernos conceitos de memória
dos quais lembramos: a) Memória é informação noérgica
armazenada em estruturas neurais; b) a criação e
consolidação de arquivos de memória ocorrem pelo mecanismo
da infocinética, descrito pelo psicólogo Rossi e pelas
descobertas de Bernard Agranoff et al; c) COMPORTAMENTO
EFICIENTE OU VIP é caracterizado por atos
comportamentais automáticos, eficientes, velozes, rápidos
comandados por MEGANES e que eram equivocadamente
chamados de inconsciente pelo PPP; d)
COMPORTAMENTO VIP é sempre função direta, jamais
inversa, de memória de boa qualidade, de memória
meganérgica ou megane.; e) Exemplo popular de
comportamento vip é o bom motorista, cuja eficácia ao
guiar é acionada pela megane procedural de pilotar
automóvel. Quando aprendemos a dirigir cometemos vários
erros porque a memória que comanda esse comportamento
ainda se encontra na fase de MCP (memória a curto prazo),
progredindo depois para MLP (memória a longo prazo) fraca.
O treino a transforma em MLP forte, chegando após muito
uso a consolidar-se como uma memória de grande qualidade e
eficácia, ou seja, como uma MEMÓRIA MEGANÉRGICA ou
MEGANE; e) é exatamente a megane procedural de
pilotar que faz com que após bastante treino consigamos
guiar automaticamente: eis um exemplo de comportamento vip
ou eficiente. É com mecanismo semelhante que podemos criar
meganes para atirar, guiar, lutar, fugir ou matar
automaticamente; f) a sabedoria evolutiva de milhões de
anos preparou nossa atual geração para nascermos com
algumas pouquíssimas, mas valiosíssimas megaínas* contendo
arquivos de memória de alta qualidade que nos deixam
preparados para meia dúzia de atividades: lutar, fugir,
comer, beber, copular. Essas megaínas, chamadas
confusamente de instinto pelo PPP, são arquivos de memória
muito específico, denominadas pedagogicamente de tomadas
hormonais. A figura pedagógica é muito adequada: podemos
ligar ou desligar uma tomada elétrica e ao fazê-lo
especificamente permitimos a conexão de prótons com
elétrons produzindo os efeitos luminosos conhecidos; g)
analogamente podemos ligar ou desligar as megaínas citadas
e ao fazê-lo especifica e exclusivamente ligamos ou
desligamos as respectivas tomadas hormonais. Por exemplo,
se você precisa lutar, é suficiente que o córtex analise
os elementos culturais e conclua que lutar é a solução,
que a tomada adrenérgica é imediatamente ligada, sob
comando cortical veloz e como conseqüência dessa megaína
de luta ocorrem os fenômenos fisiológicos conhecidos tais
como diminuição da circulação periférica, aumento da
circulação nos braços e tórax, etc.; h) a megaína de luta
se restringe a isso, aos efeitos da tomada hormonal:
apenas isso é inato. Com quem lutar é cultural. A luta é
comandada pela megaína, com quem lutar é comandado por
megane. Nascemos com meganes que nos deixam treinados para
comer, beber, lutar, fugir, copular. Todo o resto é
cortical: comer peixe cru ou churrasco; lutar contra Fidel
ou bush; copular com uma loira ou uma morena; beber sakê
ou pinga, etc.; i) meganes eficientes sempre criam
comportamento eficiente ou VIP. A rapidez e eficácia dos
comportamentos vip confundiam sistematicamente os
militantes do PPP, os quais por desconhecerem o mecanismo
da memória faziam confusões tão grandes a ponto de chamar
utopicamente de seqüestro neural o que na realidade era
seqüestro emocional; j) todos os exemplos citados por
Golemann a favor do seqüestro neural são eloqüentes para
demonstrar que o verdadeiro fenômeno por detrás de todos
os comportamentos vip é o seqüestro emocional e nunca o
seqüestro neural. Por exemplo: o pai que ouviu um barulho
no escuro, pegou o revolver debaixo do travesseiro, deu um
tiro e ao acender a luz descobriu que tinha alvejado
mortalmente sua própria filha. Aqui temos que sua tomada
adrenérgica para lutar, sua megane de luta inata, foi
utilizada neuralmente mediante treino que criou a megane
de usar revólver: claramente o nível mais evoluído
comandou o nível menos evoluído. Na mesma situação o homem
das cavernas teria usado flecha no lugar de revólver,
porque ele teria criado a megane de lutar no escuro contra
alvo desconhecido com flecha e não com revólver; k)
concluindo podemos desenvolver inteligência noérgica, ou
seja, podemos aprender a criar meganes culturais as mais
diversas possíveis, para comandar a meia dúzia de megaínas
(instintos do PPP); l) finalmente é bom lembrar que fora
desse enfoque, Golemann faz algumas afirmações
verdadeiras, embora não pelas razões que ele invoca.
Exemplos: nossas preocupações se tornam profecias
realizáveis, impelindo-nos para o desastre que tememos; a
ruminação alimenta as chamas da ira. Em noergologia
aprendemos que esses são excelentes mecanismos criadores
de meganes, porque em todos existe a presença da
imaginação ideoplásica, a grande usina de meganes,
mecanismo que mostra sua eficácia também naquilo que Frank
chama de ansiedade antecipatória. Criamos uma metodologia
conhecida como ERICA, que permite replicar e, portanto
demonstrar cientificamente que esse é o mecanismo criador
de memórias, principalmente de meganes, onde também
identificamos um sentimento de gratificação pela
materialização comportamental da ação contida na megane: o
gol, a meta alcançada, a vitória; m) existem comprovações
científicas demonstrando que não existe seqüestro neural e
sim seqüestro emocional: amigdala extraída produz cegueira
afetiva: não reconhece nem mãe; cão descorticado de Goltz
morrendo de fome em frente a um prato de carne; animais
sem amígdala não sentem nem medo, nem raiva; sinais
sensoriais viajam nessa ordem: tálamo, amígdala,
neocórtex; tálamo e amígdala são sentinelas com a arma
assestada, mas quem comanda é o neocórtex: se o a situação
exigir ação rápida (luta, fuga) a sentinela está pronta e
o comando rápido é do neocórtex. Golemann usando as lentes
do PPP dizia calamidades culturais, mostrando uma visão
ptolomaica do sistema mente-cerebro, ou seja, enxergando o
homem de ponta cabeça. Eis algumas preciosidades dessa
visão invertida do Golemann: 1) nas emergências emocionais
o neocórtex submete-se ao sistema límbico: as emergências
nunca são emocionais, elas sempre são corticais. É
culturalmente que aprendemos que os comunistas são bichos
papões ou anjos. É sempre a percepção e a megane criada
pelo neocórtex que liga ou desliga a tomada adrenérgica.
Nunca é o contrário. Comportamento VIP confundia
passivistas, mas não engana noergologistas; 2) a amígdala
reage num delírio de raiva ou medo antes do córtex saber o
que está acontecendo Essa emoção abrupta é disparada
independentemente do pensamento. Seqüestro emocional tem
duas dinâmicas: disparo da amígdala e a não ativação dos
processos neocorticais (Golemann). Ora, é exclusivamente a
nível cultural, cortical que criamos percepções e meganes
contendo arquivos informando que isso deve meter medo ou
aquilo deve dar prazer. A amígdala só sabe sentir medo ou
prazer, mas nunca sabe do que deve sentir medo e do que
deve sentir prazer. Quem lhe dá tal informação é sempre,
sempre, sempre o sistema cortical. Portanto sem pensamento
nunca saberíamos do que sentir medo, raiva, etc. por isso
é que nos momentos de ação apaixonada, nós não ficamos
inconscientes, mas sim eficientes realizando o ato
comportamental contido nas informações inscritas nas
meganes que nós próprios criamos.
59.
IPA:
sigla pela qual é conhecido o franchising da International
Psychoanalityc Association.
60.
ISOMORFISMO:
estado de correspondência biunívoca ou daquilo que ocorre
paralelamente, mostrando a interface mente-cerebro.
61.
MALLEUS
MALEFICARUM: Manual de caça às bruxas demonstrando, com provas científicas para a
época, de que forma a energia invasora incubal conquistava
o homem passivo, fabricava o seu pensamento e capturava a
sua imaginação.
62.
MATÉRIA:
energia capturada gravitacionalmente num conjunto de
conexões.
63.
MEDITAÇÃO:
função noérgica caracterizada pelo aumento da voltagem
cerebral, com predomínio de alfa chegando até delta na
meditação profunda e que permite a criação de dimensões de
realidade independente de informações do mundo físico.
64.
MEGANAÍNA
: O PPP as chamava de instintos, nome que deve ser evitado
por estar contaminado de passivismo deformador do seu
mecanismo. MEGAÍNAS são arquivos de memória criados
ativamente ao longo da evolução em função do seu uso
intenso: lutar, fugir, comer, beber, dormir, copular. As
MEGAÍNAS apenas ligam a tomada adrenérgica correspondente
a uma das ações mencionadas. Por ex: a MEGAÍNAS para lutar
diminui a circulação periférica, manda mais sangue para o
tórax e braços, aumenta adrenalina e glicose, em suma,
deixa você pronto para a luta. Todavia com quem e porque
lutar é comandado intencionalmente pelas idéias
meganérgicas cultivadas culturalmente durante a
existência. Graças às idéias meganérgicas inatas e
adquiridas desfrutamos de eficiência e rapidez na execução
da ação contida potencialmente na respectiva memória.

65.
MEGANE,
MEMÓRIA MEGANÉRGICA, IDÉIA MEGANÉRGICA:
memória altamente carregada de noergia criada por
ideoplasia, que o PPP chamava de inconsciente.
66.
MEMÓRIA
FORJADA: memória
verdadeira de fatos falsos. A psicóloga Elizabeth Loftus
identificou que terapeutas baseados no mito da repressão
podem induzir pessoas à “lembrar” fatos que nunca
aconteceram. Ao fazer imaginar os detalhes de um “evento”
que nunca aconteceu, o terapeuta está implantando no
sistema mente-cerebro do cliente a certeza de que tal fato
ocorreu. A psicanálise criou a “indústria da memória
reprimida” de eventos traumatizantes, fazendo muitas
mulheres imaginarem que foram repetidamente abusadas
sexualmente quando crianças. As memórias “resgatadas” com
ajuda do analista podem parecer pura loucura: a
norte-americana Nadean Cool “lembrou” ter participado de
um culto satânico no qual se comiam bebês, de ter feito
sexo com animais e de ser forçada a presenciar o
assassinato de sua amiguinha de oito anos. Ela também foi
à justiça contra seu terapeuta e recebeu US$ 2,4 milhões
de indenização por psiatrogenia. Loftus, professora da
Universidade de Washington, em Seattle (EUA) e presidente
da Sociedade Psicológica Americana, diz que esse “mito da
memória reprimida” está prejudicando a imagem dos
terapeutas e das vítimas reais de abusos sexuais reais na
infância, que passaram a ser desacreditadas. A
recomendação de Loftus de que “O paciente não deve sair
com um problema a mais além daquele com quem chegou”, é um
dos princípios básicos da Noerobica®. Loftus descobriu que
um terço dos psicoterapeutas rotineiramente usa alguma
técnica psicanalítica facilitadora do implante de memórias
forjadas”. Pacientes psicanalíticos estão mais expostos a
esta psiatrogenia. Estudos mostram que 89% dos pacientes
aumentavam a confiança na memória forjada após ficarem
expostos a uma sessão de apenas meia hora de interpretação
psicanalítica de sonhos. Sabe-se agora que tais
interpretações são na realidade excelente técnica de
implantação de memórias forjadas. Implantadoras. Loftus e
colaboradores fizeram vários experimentos de “implante” de
memória, criando “lembranças” que não seriam traumáticas
após ser revelado que se tratavam de invenções. Eram
memórias como “você se perdeu em um shopping center quando
tinha cinco anos”. Para determinar se de fato algo assim
havia ocorrido ou não, era pedida a ajuda dos pais do
entrevistado. Após apenas três entrevistas indutoras de
falsas memórias, 25% dos participantes não só insistiam
que haviam de fato se perdido num shoping quando crianças,
mas, além disso, descreviam detalhadamente as
circunstâncias em que teria ocorrido o evento falso da
memória forjada. Loftus também estudou o papel do
terapeuta na formação da “memória”. Noergologia evita este
grande risco para a deterioração mental dos clientes, com
os axiomas do cientista holocentrado, da noesis ativa, e
da imaginação comandando noergia, bem como, com os mais
atualizados conceitos de MEMÓRIA, MEMÓRIA MEGANÉRGICA.

67.
MEMÓRIA:
arquivos de memória criados noergicamente, amplificados
pela imaginação e posteriormente armazenados em estruturas
neurais.
43.
MERICA
- práxis que sistematiza e replica os mecanismos criadores
da imaginação
68.
METAPLASIA:
inundação macro-cultural das aporias psicanalíticas,
contaminando grande parte do pensamento humanista
ocidental, fato análogo ao ocorrido com a bruxaria.
69.
MICROFÍSICA DO PODER: fenômeno interpessoal descrito por Michel Foucault como uma extensão
do poder macrofisico (entre Estado e cidadãos). O poder
microfísico se capilariza, se dissemina, se manifesta
cotidianamente em níveis ou camadas diversas, entre grupos
e entre pessoas.
70.
MNÉSICO:
mnemônico, referente à memória.
71.
NEURÓBICA:
exercícios físicos de ginástica cerebral conhecido também
como método Denisson.
72.
NEUROBIOTAXE:
Crescimento do corpo celular e dendritos em direção aos
estímulos, mostrando um sistema nervoso ativo, o contrário
do que apregoava Freud.
73.
NOEMA:
objeto do conhecimento intelectual puro.
74.
NOERG0LOGISTA:
certificado como tal pelo Instituto de Noergologia após
habilitação no Curso de noergologia.
75.
NOERGIA:
energia específica total do pensamento, resultante do
abraço infocinético da energia neural (específica do
cérebro) com a energia noérgica (do pensamento).(No meio
jurídico assume o significado de força, eficácia, poder de
atuar).
76.
NOÉRGICO:
o termo é usado preferencialmente no lugar de psíquico,
termo contaminado de passivismo.
77.
NOERGÓFILO:
simpatizante e interessado em Noergologia.
78.
NOERGOLOGIA,
novo paradigma da Psicologia que focaliza o homem não mais
como um ser passivo inconsciente, mas como um pólo de
poder dotado do sistema mente-cerebro ativo e criador. São
seus axiomas: a) Cérebro é órgão e instrumento do
pensamento; b) Ser humano é intencional, não determinista;
c) Noesis Ativa: mente-cerebro é um sistema ativo e
criador; d) Imaginação comanda noergia; e) Cientista
holocentrado.
79.
NOERÓBICA®
DO SONHO: conjunto de exercícios de ginástica mental que ensinam como programar
com a imaginação o sonho desperto e o sonho onírico para
serem utilizados como campo de treinamento virtual.

80.
NOERÓBICA®:
conjunto de práxis direcionadas ao treinamento do sistema
mente-cerebro, que replicam a ativação e desativação de
meganes produzindo modificações estruturais no cérebro. O
PPP (Paradigma do Passivismo Psíquico) chamava esse
mecanismo de inconsciente por desconhecê-lo.Noerobica®
marca protegida legalmente, é uma técnica complexa,
diferente e mais abrangente da NEURÓBICA.
81.
NOÉRGICO:
substitui os termos psíquico, psicológico, mental e
correlatos com a vantagem de estar vacinado contra as
contaminações passivistas.
82.
NORMA
EXPLÍCITA:
técnica de poder, visando alcançar um objetivo
comportamental de forma clara e direta. Exemplo: a) está
proibida a masturbação; b) é proibido ultrapassar sobre
faixa amarela contínua.
83.
NORMA
TÁCITA: técnica
de poder que visa um objetivo comportamental de forma
indireta através de subterfúgios, lançando mão de
crendice, superstições e boato. Exemplo: masturbação faz
crescer pêlo na mão ou a insanidade mental produz acidente
de trânsito.
84.
OLIMPIANO:
designativo do observador do PPP inspirado nos habitantes
do Monte Olimpo, desfrutando de imperial e privilegiado
posto de observação, subjugando o fenômeno, olhando-o de
cima e de fora e imaginando-se dotado de imunidade
científica não contaminante. Suas intervenções produzem
típicos saberes dependentes de par. Consciente explorador
(particular negativa) do inconsciente do cavernícola
(universal afirmativa), de tal sorte que cada enunciado
baseado no PPP é uma aporia.
85.
ORDÁLIO:
prova judiciária da Idade Média, obtida através de rituais
sugestivos, como o uso do ferro cadente que não deveria
queimar ou a água que não poderia ser engolida, no intuito
de comprovar aquilo que acusadores e juizes consideravam a
verdade.
86.
ÓRGÃOS DOS
SENTIDOS: no PPP recebiam passivamente estímulos. Na noergologia são promovidos
a transdutores que decodificam ativamente informações
(estímulos) do mundo externo ou interno na linguagem dos
impulsos eletroneurais.

87.
PARADIGMA:
conjunto de axiomas que geram uma série de efeitos
avassaladores, entre os quais, comandam procedimentos,
limitam o território, dizem o que existe no mundo, criam
pontos cegos fora da moldura paradigmática, afetando
decisivamente nosso julgamento e tomada de decisões sobre
o que é viável ou não, factível ou não, científico ou não.
88.
PERCEPÇÃO:
processamento ativo transdutivo exclusivo e irrepetível das informações
(ex-estímulos) do mundo interno ou externo.
89.
PERSONAL
MIND TRAINING –
PMT: Noergologista devidamente certificado como treinador
pessoal mental.
90.
PET:
tomografia por emissão de pósitrons visualizando
topografia cerebral.
91.
PICADOR DE
BRUXAS: perito em psicocracia que decretava a morte da alma através de laudos,
baseados em desenhos da vítima, feitos com clara de ovo,
lama ou chumbo derretido. Ninguém foi queimado nem
torturado pela inquisição, sem o prévio e degradante
cerimonial da interpretação de desenhos e marcas larvadas,
prática que sobrevive na nossa civilização camuflada com o
nome para psicoteste projetivo.
92.
PODER E
SABER: Francis
Bacon enunciou que todo saber gera poder. Michel Foucault
descobriu que o poder fabrica saberes. Michel Foucault
descreveu que poder e saber são bipolares, circulares,
concomitantes. O poder gera saber a seu exclusivo serviço
e interesse utilizando-se para tanto de várias técnicas
entre as quais conhecidos mecanismos de marketing: a)
PROPAGANDA: publicidade com apelo explícito; b) PRESS
RELEASE: publicidade na forma de notícia, entrevista,
palestra, aula, seminário, etc.; c) MERCHANDISING:
publicidade na forma de espetáculo.
93.
PODER
MICROFÍSICO: fenômeno interpessoal descrito por Michel Foucault como uma extensão
do poder macrofisico (entre Estado e cidadãos). O poder
microfísico se capilariza, se dissemina, se manifesta
cotidianamente em níveis ou camadas diversas, entre grupos
e entre pessoas.
94.
PODER,
LEIS: a)
defrontação: todo poder que se expande se defronta; b)
expansão: todo poder tende a expandir-se até o maior
limite no qual não encontre defrontação; c) relatividade:
todo poder deve ser considerado em relação à capacidade de
obter resultados e em relação a outros.

95.
PODER:
qualquer relação pautada pela macrofísica ou macrofísica
do poder e não pela camaradagem. Esta se caracteriza pela
co-participação igualitária, reciprocidade democrática,
tolerância, flexibilidade, companheirismo e ausência de
hierarquia. Rompido um destes elos, desaparece a amizade e
surge o poder. O Poder usa leis ou normas tácitas ou
explícitas: a) NORMA EXPLÍCITA: técnica de poder,
visando alcançar um objetivo comportamental de forma
direta e escrita (está proibida a masturbação ou é
proibido ultrapassar sobre faixa amarela contínua); b)
NORMA TÁCITA: técnica de poder que visa um objetivo
comportamental de forma indireta através de subterfúgios,
lançando mão de crendice, superstições e boato
(masturbação faz crescer pêlo na mão ou a insanidade
mental produz acidente de trânsito).

96.
POLISSONOGRAFIA:
pesquisas com aparelhos indicativos de isomorfismo
metabólico e elétrico entre cérebro e sonho e não entre
sexo e sonho como pensava Freud, que também dizia que o
sonho era um distúrbio do sono. A descoberta de que sonho
é um fenômeno cíclico (REM), normal e universal nos
mamíferos tornou-se a estrada régia para a noergologia
ressituar o sonho como campo de treinamento virtual.
97.
PPP -
PARADIGMA DO PASSIVISMO PSÍQUICO:
o atual paradigma da psicologia devotado ao estudo do
homem minúsculo dotado de pensamento tão passivo que é até
inconsciente, tendo por axiomas energia invasora
produzindo pensamento e capturando a imaginação; órgão do
psiquismo deslocado do cérebro para o sexo; observador
olimpiano gozando de imunidade científica, determinismo
fragmentário e noesis passiva.
98.
PRÁXIS:
Comportamentos, atitudes e práticas baseadas em teorias.
99.
PREMISSAS
CONTRADITÓRIAS:
mistura de proposição universal afirmativa (todo homem
projeta sintomas inconscientes ao olhar desenhos) com
proposição particular negativa (algum homem não projeta
sintomas inconscientes ao olhar desenhos, pelo contrário,
profere diagnóstico consciente). Conclusiva de premissa
contraditória é sempre falsa e suicida, ou seja, é uma
aporia.
100.
PROGRAMAÇÃO NOERGOLINGÜÍSTICA
– PN: Teoria criada dentro do Paradigma da Noergologia,
pela Psicóloga CÉLIA DA MATTA LOUBACK SOBRAL, considerando
a interface sistêmica cérebro-mente onde inexiste
inconsciente, mas sim imaginação ativa e criadora
processando a ativação e desativação de MEGANES
101.
PSIATROGENIA:
mal estar, sofrimento, dano moral ou mental produzido pela
intervenção de profissionais da Psicologia, Pedagogia,
Medicina e Psiquiatria. Esse conceito surge naturalmente
com o fim da imunidade até agora concedida ao observador
olimpiano.
102.
PSICOCRACIA:
baseado em normas tácitas é o poder exercido sobre os
cidadãos pela máquina interpretativa dos
psicodiagnósticos, podendo decretar a pena de morte para a
alma da vítima (pena criada pela bruxaria) estigmatizando,
cerceando direitos e liberdades civis.

103.
REM REBOTE:
Freud dizia que o sonho era um distúrbio do sono. A
polissonografia descobriu que distúrbio seria não sonhar:
os privados da fase REM compensam contabilmente nas noites
seguintes o tempo de sonho da privação induzida, o que é
conhecido como REM REBOTE.
104.
REM:
rapid eyes movement: pesquisas polissonográficas
descobriram que, durante o sono, ocorrem ciclos
caracterizados por freqüências da eletricidade cerebral,
concomitantes a rápidos movimentos oculares.
Aproximadamente a cada noventa minutos ocorre a fase REM,
durante a qual predominam os sonhos.

105.
REVOLUÇÃO
DE PARADIGMA:
num país todas as leis obedecem à mesma constituição e na
ciência as mais diversas teorias obedecem ao mesmo
paradigma. A fase revolucionária equivale à nova
constituinte, modificando nosso discernimento e tomada de
decisões no investimento de dedicação pessoal e destinação
política de talentos humanos e verbas nas novas fronteiras
abertas pelo paradigma emergente. Não confunda paradigma