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INTRODUÇÃO:
Paradigma (P) é um conjunto de axiomas que estabelecem
critérios de inclusão e exclusão científica durante
determinada época, possuindo três fases: estimulante,
paralisante e revolucionária. A fase paralisante bloqueia
o progresso: suíços que dominavam o mercado de relógios
não enxergaram a mudança de P do relógio a quartzo,
perdendo poder, emprego e dinheiro.
OBJETIVO:
recomendar a cadeira de Análise Paradigmática (AP) em
todos os cursos universitários permitindo: 1- identificar
os axiomas do P vigente da respectiva área de
conhecimento; 2 - identificar a fase em que se encontra o
P; 3 – localizar as fraudes que ensejam os efeitos
“camaleão” e “tapetão”; 4 – descobrir os axiomas do novo P
emergente, facilitando as revoluções científicas.
METODOLOGIA:
AP permite reconhecer a fase em que se encontra o
paradigma: fase estimulante propicia progresso e
formulação de novas teorias e pesquisas. AP treina
militantes de qualquer P vigente a: a) reconhecerem
fraudes científicas como camaleão e tapetão, típicas da
Fase paralisante; b) identificar axiomas emergentes na
fase revolucionária. O progresso científico será
conseqüência direta dessas atividades.
CONCLUSÃO: AP
favorece o reconhecimento de fenômenos manipulados por
qualquer P vigente. Na Psicologia acelerou a Revolução do
Paradigma da Noergologia: o estudo do ser humano
intencional dotado do sistema mente-cérebro ativo e
criador contraposto ao homem passivo e inconsciente do
velho paradigma do PPP. Assim como Noergologia
possibilitou o salto qualitativo do pensamento
inconsciente passivo para o desenvolvimento do potencial
noérgico, AP facilitará o progresso nas demais áreas como
Medicina, Economia, Pedagogia, etc.
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