|
RESUMO |
INTRODUÇÃO:
quando imaginamos, decoramos, repetimos, estamos criando
informações inseridas no cérebro e “usinando” meganes
(memórias de alta qualidade): elas é que concentram
as informações necessárias para que seus arquivos de
memória se materializem em pensamentos ou comportamentos
correspondentes. OBJETIVO: dar ênfase à
neurociência quando ensina que aprender é criar novas
estruturas neurais, mostrar o papel ativo da imaginação na
criação dessas meganes, salientando que nossos pensamentos
e comportamentos significativos são acionados por elas e
não pelo inconsciente, como se equivocava o PPP (Paradigma
do Passivismo Psíquico). METODOLOGIA:- Experiências
com ratos mostraram seus cérebros com número maior de
dendritos, depois dos treinos para apanharem um
pedaço de queijo num labirinto. Quanto mais bem
gravada a memória, melhor é a execução da respectiva
tarefa. Nos humanos ocorre fenômeno similar:
comportamentos e pensamentos significativos, inclusive os
denominados de “doença mental” pelo PPP, são acionados por
meganes. Experimentos imagéticos mostram que Erica (práxis
que sistematiza os mecanismos criadores da imaginação)
otimiza a criação de meganes, as quais acionam os
respectivos comportamentos, cuja replicabilidade permite
refutar empiricamente a velha explicação do inconsciente,
que não é replicável e, portanto não é científico.
CONCLUSÃO: A replicabilidade de ERICA implica no
resgate da imaginação como usina criadora da nossa
realidade refutando a hipótese de que ela seria a fuga
inconsciente da realidade.
|