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INTRODUÇÃO:
Primitivamente a doença era
vista como invasão corporal por uma força maligna, depois como
trauma de infância. A cura era obtida com a expulsão ou
catarse do mal. O PPP (Paradigma do Passivismo Psíquico) ainda
trabalha com o inconsciente – caudatário daquelas crenças –
mas Noergologia já admite que o sistema nervoso é um arranjo
de conexões permitindo o envio de informações químicas através
de todo o corpo. Isso significa que todos os pensamentos,
emoções, crenças e idéias têm uma conseqüência neuroquímica.
OBJETIVO:
estabelecer a imaginação como
função central no comando do efeito placebo, como descrito por
Sing Dharma Khalsa: nossos pensamentos controlam o sistema
endócrino que controla todo o corpo. Sugerir que a abordagem
da imaginação como função ativa e criadora deve substituir as
velhas técnicas imagéticas inspiradas na regressão, no
inconsciente e na projeção.
METODOLOGIA:
Enriquecer o uso
de telas imagéticas, com a utilização de Erica (práxis
que sistematiza os mecanismos criadores da imaginação)
e elementos ritualísticos, objetivando criar o estado de fé no
alvo desejado com a imaginação, otimizando o efeito placebo.
CONCLUSÃO:
Práxis noergológicas
replicáveis, como Erica (replica mecanismos criadores da
imaginação), permitem confirmar que o mecanismo mente-cerebro
é sistêmico e comandado do pensamento para o cérebro e daí
para o corpo, incluindo no mesmo processo o efeito placebo,
que resulta de expectativas inseridas no cérebro pelo próprio
sujeito através de telas imagéticas criadoras de meganes
(memórias de alta qualidade), processo facilitado pelo uso
sistemático da imaginação, Eriica e fé. |