|
V
CONGRESSO CIENTÍFICO DAS FACULDADES INTEGRADAS ESPÍRITA
Nome do Autor:
Jacob BETTONI
TÍTULO: A CEGUEIRA
PERCEPTIVA DOS FARÓIS INDISCRIMINADOS
ÁREA DO PROJETO:
NOERGOLOGIA
PALAVRAS CHAVE: percepção, divergência perceptiva,
estímulo mutante, faróis, poluição:
RESUMO: estímulos
sobrepostos deterioram e medianos otimizam a percepção visual
que não é ocular e sim cerebral. Realizado em Curitiba,
pelo Instituto de Noergologia, esse trabalho apresenta
evidências científicas descobertas por diversos Autores de que
toda a frota com faróis acesos de dia provocará prejuízos
perceptivos ao cérebro treinado para a visão da luz diurna
natural aumentando o nível de estresse, do limiar mínimo, da
distorção perceptiva e anulando a vantagem do estímulo
mutante. O processo da visão consiste na transdução da
freqüência eletromagnética em energia neural, possibilitando o
seu processamento e a formação de imagens no cérebro,
comparado, por exemplo, ao que faz a televisão. A quantidade
de luz necessária para atingir o limiar perceptivo aumenta com
a duração e a quantidade da sensibilização. Quanto menor o
limiar, maior a sensibilidade; quanto maior o limiar, menor a
sensibilidade. Muller descobriu que ¾ das fibras nervosas
respondem a estímulos mutantes e apenas ¼ focalizam o estimulo
constante e que todas as fases do sistema visual, do nervo
ótico ao cérebro, sugerem ênfase não na intensidade, mas na
mudança de estímulo para sua melhor percepção. Assim, toda a
frota trafegando com luz acesa provocará diminuição perceotiva
das diferenças, atrapalhando a visão, ao invés de melhorá-la,
agravando o risco de acidentes com motos. Finalmente, faróis
indiscriminados aumentam a poluição visual e atmosférica,
contribuindo para o aquecimento global e esbanjamento de
recursos, até porque, devido a sua vida curta (500h), o
consumo de faróis aumentaria e, com ele, os materiais
necessários a sua fabricação.
|