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NOERGOLOGIA APLICADA AO CORRETO USO DOS FARÓIS

Added > 22/9/2011  Views > 581  Rating > 0

Prof Jacob Bettoni

Autor de “Revolução de Paradigma na Psicologia”

Diretor do Instituto de Pesquisas em Noergologia da UNIBEM;

Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Noergologia da UNIBEM;

Diretor Científico da FUNDAÇÃO ANINPA – Associação Nacional de Pesquisa e Preservação Ambiental;

Professor de Filosofia, Sociologia, Psicologia, Análise Paradigmática, Noergologia e Noerobica;

Noergologista, descobridor da noerobica®


 

 “Só com mais luz no saber, usaremos menos luz no farol”


ENTENDENDO ANTES PARA VER O PERIGO LOGO DEPOIS

PREÂMBULO: Salvo raras exceções[1], inúmeros PL que tramitaram ou continuam tramitando sobre faróis baseiam-se em grosseiros erros científicos frutos de completo analfabetismo perceptivo, tais como:

a) não levam em consideração que nós não enxergamos com os olhos, mas sim com o cérebro;

b) desconhecendo que o cérebro funciona segundo leis específicas de infocinética, pretendem quixotescamente decretar que ele deva obedecer às leis da Física;

c) partem do ultrapassado pressuposto de que a visão seria um fenômeno passivo em que o estímulo da luz deveria necessariamente produzir a resposta visual;

d) Contrariando recomendação da UNESCO na Carta de Veneza, Analisam o tema à luz do paradigma mecanicista, enfatizando o farol ao invés de enfatizarem o sujeito perceptivo, o motorista, os pedestres, os animais, o meio ambiente:

f) ignoram os pontos mais básicos da questão, incluindo até mesmo conceitos elencados em “UNITERMOS”, defendendo não só o uso do farol no MODO INDISCRIMINADO, mas também o uso criminoso do FAROL NOTURNO durante o dia tropical tupiniquim;

f) Como nunca estudaram ciência perceptiva particularmente infocinética, confundem os releases da indústria de eletroimplementos - cujo objetivo é o faturamento - com conceitos da Ciência Perceptiva - cujo objetivo é entender como acontece a criação da percepção visual;

g) Agravando a situação generalizada de cegueira perceptiva, estão por toda parte os argumentos argentários camuflados.

SEPARANDO JOIO DO TRIGO: URGE RESGATAR O DEBATE DOS FARÓIS ATUALMENTE NAS MÃOS DOS FAROLEIROS, TRAZENDO-O PARA OS HOLOFOTES DA CIÊNCIA PERCEPTIVA.

Seria bizarro um Projeto Lei obrigando que determinado procedimento técnico criado com pesquisas científicas devesse obedecer a uma crendice popular ou algo sem pé e nem cabeça do tipo: “Durante cirurgias de cataratas o profissional fica obrigado a cantar a música Parabéns a Você”. Essa bizarrice está acontecendo no “ousadíssimo” Congresso Brasileiro: um o outro parlamentar, que jamais estudou a ciência perceptiva, sonha com a façanha de superar Don Quixote na inglória tentativa de obrigar por decreto que os mecanismos perceptivos do sistema PENSAMENTO-CÉREBRO deixem de obedecer às milenares leis naturais e passem a obedecer ao que determina o seu projeto exigindo faróis sempre acesos independente do cenário e do contexto. Os donos do sistema mente-cérebro, ou seja, os motoristas, até podem ser avisados dessa façanha.

Mas “sua excelência” está esquecendo-se de acrescentar um inciso indicando como avisar o córtex visual, a glândula Pineal, o nervo ótico, as sinapses e todo o sistema noérgico que a partir de agora eles não podem mais funcionar de acordo com as milenares leis naturais do seu mecanismo devendo se subordinar aos interesses da máquina automobilística. É o sujeito perceptivo que deve ajoelhar-se perante o bem supremo do farol, o grande suserano, o Homem a serviço da máquina. Urge corrigir essa inversão de valores, trazendo o sujeito perceptivo para o primeiro plano e criando um sistema em que o trânsito e o farol devem subordinar-se aos interesses do sujeito perceptivo.

CONHECIMENTO BÁSICO DO TEMA

UNITERMOS: Farol Noturno, Farol Diurno ou DRL, Farol Indiscriminado ou Mecanicista, Farol Inteligente no Modo Sistêmico, Faroleiros, Luz, Visão, Lei do Estímulo Mutante, Percepção, Transdução, Transdutor, Lei da Atenção ao Estímulo Mutante, Poluição Luminosa.

1.      FAROL NOTURNO: farol com alta intensidade luminosa próprio para uso exclusivamente noturno e impróprio para uso diurno.

2.      FAROL NOTURNO OU DRL: farol de baixa luminosidade para uso diurno indicado para países com baixa luminosidade atmosférica. Observe que mesmo em países nórdicos é proibido o uso do FAROL NOTURNO durante o dia, quando exclusivamente o DRL é permitido. O DRL foi criado pela pressão popular revoltada contra o estresse provocado quando o farol noturno era usado durante o dia. O DRL provoca menor queima de combustível do que o FAROL NOTURNO, não comete a imprudência de esbanjar de forma leviana o teor de luminosidade do FAROL NOTURNO, durante o dia. Todavia, embora com menor agressividade, o próprio DRL continua provocando poluição luminosa, tanto que a NMA – National Motorist Association americana lidera campanhas não só contra o FAROL NOTURNO, mas contra o próprio DRL, quando usado no MODO INDSICRIMINADO.

3.      FARÓL NO MODO INTELIGENTE OU MODO SISTÊMICO OU MODO FOTOCÉLULA: O motorista precisa ser educado para usar o farol sempre e rigorosamente dentro das descobertas científicas; portanto, obedecendo à teoria geral da Relatividade de Einstein, à Teoria Geral da Relatividade Perceptiva de Hofding e às demais LEIS CIENTÍFICAS PERCEPTIVAS. O motorista inteligente, sempre usa o FAROL NO MODO INTELIGENTE imitando a fotocélula, acendendo ou apagando conforme a luminosidade do cenário, isto é, obedecendo exclusivamente à TEORIA GERAL DA RELATIVIDADE, como faria uma fotocélula. Acende ao entrar no túnel escuro e apaga logo ao sair.

4.      FAROL INDISCRIMINADO OU MECANICISTA: O motorista também deve ser educado para não usar o farol no modo indiscriminado, ou seja, manter os faróis sempre acesos independente da luminosidade ambiente. É como se um dançarino só dançasse valsa, mesmo quando a orquestra toca samba ou polka. Ou é como vestirmos um casaco de lã quando está nevando e continuarmos com ele debaixo do sol brasileiro de 40 graus. Ficar com o farol sempre ligado é como manter a buzina sempre ligada. O MODO INDISCRIMINADO trafega na mais absoluta contramão de todas as descobertas científicas sobre mecanismos perceptivos.

5.      FAROLEIROS: defensores do USO INDISCRIMINADO dos faróis, seja por desconhecimento da ciência perceptiva, seja por interesse argentário..

6.      FAROL É COMO ENERGIA ATÔMICA: se bem usado faz bem, se mal usado torna-se perigosa arma. Pode tanto pode matar quanto salvar vidas dependendo do MODO DE USO: usado no modo inteligente é fator de segurança, mas no modo indiscriminado é fator de insegurança rodoviária e de estresse humano.

7.      USE OS FARÓIS SEMPRE NO MODO INTELIGENTE:

a)Use  os faróis sempre no MODO INTELIGENTE;

b) Use os faróis noturnos só de noite;

c) Use os faróis diurnos só de dia;

8.      NUNCA USE OS FARÓIS NO MODO INDISCRIMINADO:

a) NUNCA USE o farol Noturno durante o dia;

b) NUNCA USE o DRL durante a noite;

c) NUNCA USE o farol no MODO INDISCRIMINADO.

9.      EM QUE CONSISTE A PERCEPÇÃO DA LUZ: Farol aceso é uma coisa. Percepção do farol é outra inteiramente distinta: O mundo percebido não é idêntico ao mundo físico (J. Hochenberg).

10.  LUZ é a faixa de radiação eletromagnética entre 3800 e 7600ª. Abaixo de 3800ª temos ultravioleta, raios-X, raio gama; acima temos infravermelho, microondas e ondas de rádio. Radiação eletromagnética: origina-se da aceleração de cargas elétricas do elétron dentro do átomo.

11.   ESTÍMULO: O termo é usado no presente texto para facilidade de comunicação. É bom observar que a pesquisa recente aboliu o termo ESTÍMULO substituindo por FONTE DE INFORMAÇÃO – INFO.

12.  PERCEPÇÃO: processamento ativo transdutivo exclusivo de informações, através de cujo processo criamos nossas exclusivas dimensões de realidade. Percepção não reproduz, nem representa, nem re-presenta: cria.

13.  TRANSDUÇÃO: conversão ou transformação de matéria, energia e informação de uma compleição para outra. Exemplo: mecânica em térmica, solar em elétrica, mental em neural, eletromagnética em neural. Apaga ao amanhecer é o exemplo mais comum. A sonora etc.

14.  TRANSDUTOR: Aparelho gerador de transdução. Os órgãos dos sentidos são transdutores que decodificam frequência eletromagnética em energia neural, possibilitando o seu processamento cerebral e a comunicação intra e extra organísmica. A fotocélula que acende a luz ao anoitecer e apaga ao amanhecer é o exemplo mais comum. A sonora etc.

15.  LEI DA ATENÇÃO AO ESTÍMULO MUTANTE DE CONRAD MULLER: ¾ das fibras nervosas respondem a estímulos mutantes e apenas ¼ focalizam o estimulo constante.  “Todas as reações, em todas as fases do sistema visual, desde o nervo ótico até o cérebro, sugerem uma ênfase na mudança de estímulo. A maioria das reações ocorre quando o estímulo muda de intensidade ou de posição. Obtemos pouca atividade quando o estímulo é constante. ¾ das fibras respondem principalmente a estímulos mutantes”. Assim, o uso seletivo do farolete ou luz baixa exclusivamente por ônibus e motos é uma sábia medida de segurança, com fundamentação científica. Todavia, se toda a frota trafegar de faróis acesos, uma moto de farol ligado chama tenta atenção quanto uma mulher a mais ou a menos pelada numa praia de nudismo.

16.    POLUIÇÃO LUMINOSA: FAROL NO MODO INDISCRIMINADO OU MECANICISTA recebe o carimbo de poluição luminosa de todos os parâmetros internacionais, normatizados desde 1967 pelo Conselho Europeu e confirmados no Congresso de Poluição Luminosa de Copenhague em 1997: poluidor é qualquer elemento ou estímulo artificial, que adicionado ao ambiente natural, se encaixe em apenas um dos parâmetros internacionais a seguir: 1). Produza algum incômodo ou mal estar nos seres vivos; 2) E/ou esteja em desacordo com a ciência do momento; 3.    E/ou seja, suscetível de provocar algum efeito nocivo. Assim é que o farol indiscriminado é poluidor porque incomoda (1), interfere no milenar mecanismo da pineal (2), afetando a saúde e o bem estar (3) e trafega na contramão da infocinética e da relatividade.). A história do CFC ensina que não podemos perder tempo discutindo o farol como se fosse uma simples questão de trânsito, procedimento tão grave como discutir o CFC como simples questão de congelamento. O modo indiscriminado foi vendido por propaganda capciosa, difundindo fraude científica, enganando o povo brasileiro, deseducando o motorista e incentivando conduta lesiva à ecologia de conseqüências imprevisíveis, ferindo inclusive a constituição nos artigos 6o, 205 e 225-IV, VII-3o. Farol aceso indiscriminadamente é poluição luminosa, por se encaixar em todos os itens que normatizam o que é poluição e acima de tudo por que: Minha Pineal Quer Luz Natural!

17.  FATURAMENTO BILIONÁRIO OFUSCOU O DEBATE CIENTÍFICO E AMBIENTALA propaganda dos faroleiros iniciou em 1995 patrocinada coincidentemente por alguns políticos que receberam a intrigante cortesia de viagens honoríficas aos países sediando a matriz de poderosas multinacionais de eletroimplementos. Eles voltaram lançando intensos lobbies. Esta persistente propaganda enganosa comandada por políticos corruptos a serviço de lobbies interessados num faturamento de três bilhões anuais anestesiou a inteligência de muitos brasileiros. O preço da liberdade é a eterna vigilância intelectual. Os patrocinadores desta campanha recebem propina? Conclua você mesmo. Responda cinco perguntas: 1) Será mera coincidência Que a campanha dos faroleiros foi lançada quando o atual CBT tramitava no Congresso; 2) Será mera coincidência que exatamente nessa época um grupo de políticos foi cortejado com viagem cortesia aos países sede das multinacionais de eletroimplementos; 3) Será mera coincidência Que Vários deputados arrolados no mensalão eram faroleiros; 4) Será mera coincidência Que no início de 2011 o insuspeito Ministério dos Transportes lançou campanha para o uso criminoso do farol noturno durante o dia; 5) Será mera coincidência que os faroleiros confundem farol noturno com DRL?

ATÉ AGORA O BEM VENCEU O MAL

A honestidade de muitos parlamentares, a vigilância do movimento ecológico e da ciência e os legítimos interesses do motorista prevaleceram até agora. Parlamentares que aprovaram o CTB conseguiram ficar imunes das investidas dos lobbies milionário dos eletroimplementos e o Art. 40 foi redigido sabiamente: faróis de dia só para motos, ônibus, túneis e sob neblina.

Mas o legislador esqueceu-se de PROIBIR O USO FORA DISSO, deixou uma brecha para que escusos interesses mercantis enganassem a população com intensos releases na imprensa e investidas espúrias ao Congresso Nacional, onde raros parlamentares de boa fé foram vítimas de colegas trabalhando claramente a serviço de lobbies.

Esse atentado à verdade foi facilitado pelo generalizado ANALFABETISMO PERCEPTIVO celebrando CONCUBINADO COM ARGUMENTOS ARGENTÁRIOS criando uma mina de ouro se conseguir a façanha de exigir que os faróis, cuja vida útil média é de 500 horas, de toda a frota com mais de trinta milhões de veículos, fiquem acesos até mesmo durante o dia de sol tropical tupiniquim. Esse é o sonho de todo vendedor: vender geladeira pra esquimó e farol para uso debaixo de sol tropical.

Basta fazer contas pra entender porque, no meio de uma enxurrada de projetos dos faroleiros, surgiram apenas dois PL proibindo essa agressão contra o motorista e o meio ambiente (PL 1140/99 Padre Roque Zimmermann e 6777/2006 da Doutora Selma Schons) e duas relatorias contra: a o Deputado Ângelo Vanhoni e outra do Deputado Pedro Zimermann.

Políticos idealistas, Comunidades científicas e ecológicas conseguiram até o momento proteger a sociedade, o meio ambiente, os motoristas e o trânsito dos prejuízos do uso do farol indiscriminado durante o dia.

Mesmo assim, argumentos argentários disfarçados de interesse pelo TR$$$$$$ÂNSITO, infiltraram-se no Congresso e na Imprensa explorando o analfabetismo perceptivo generalizado e terminou conseguindo criar uma massa de manobra que acredita hoje em quatro falsos mitos sobre faróis:

 

FATO & FICÇÃO, MERCHANDISING E ENGANAÇÃO

 

1ª FICÇÃO, MERCHANDISING E ENGAÇÂO: Países forçados por clima adverso ao uso de luz diurna usariam o farol noturno durante o dia.

1º DESMASCARAMENTO: Nos países cuja condição climática exige o uso de farol de dia, a gritaria popular provocada pelo incômodo da luz artificial conseguiu a proibição do farol noturno durante o dia, quando apenas é permitido o farol diurno, o DRL, de fraquíssima intensidade.

 

2ª FICÇÃO, MERCHANDISING E ENGAÇÂO: Embora nosso clima seja tropical, precisaríamos de farol aceso de dia para enxergar melhor.

2º DESMASCARAMENTO: O olho humano capta com clareza estímulos a partir de um milésimo da luz de uma vela. Como vivemos num país tropical em que a luminosidade média é de 150.000 velas, fica claro que não precisamos da luz do farol para enxergar.

 

3ª FICÇÃO, MERCHANDISING E ENGAÇÂO: Faróis acesos chamam mais a atenção.

3º DESMASCARAMENTO: O cientista Conrad Muller descobriu que nossa atenção é despertada não por faróis acesos, mas pelos estímulos mutantes do cenário. Por exemplo, uma mulher pelada não chama atenção numa praia de nudismo. Nesse caso uma mulher vestida de longo é que chamaria a atenção. Por isso se toda a frota estiver com faróis acesos, os faróis vão chamar tanta atenção quanto mais uma mulher pelada numa praia de nudismo. Porém, toda a frota com faróis apagados de dia e apenas motos e ônibus de faróis acesos, aí sim faróis assumem a característica de estímulo mutante e chamam a atenção, não pelo fato de estarem acesos, mas pela circunstância de constituírem o estímulo mutantante no cenário. Se toda a frota estiver com todos os faróis acesos de dia certamente aumentarão acidentes com motoqueiros.

 

4ª FICÇÃO, MERCHANDISING E ENGANAÇÃO: enxergaríamos com os olhos, os faróis acesos batem nos olhos e criam a visão, não tendo como escapar dessa certeza.

4º DESMASCARAMENTO: É importante frisar que enxergamos com o cérebro e não com os olhos. E para o cérebro valem as leis do funcionamento cerebral e não as cômicas leis políticas ou superstições populares pensando que precisaríamos de carros com faróis acesos para serem mais bem enxergados ou percebidos: pura falsidade a serviço de um comércio de milhões de dólares anuais em peças de reposição.

FARÓIS INDISCRIMINADOS AUMENTAM RISCOS DE ACIDENTES

a) com motoqueiros, que perdem a proteção do uso seletivo dos faróis, conforme descoberta de Muller;

c) com motoristas viajando no nascente para o leste e no poente para o oeste, ocasiões em que serão vitimados pelo duplo ofuscamento provocado pelo sol na horizontal sobreposto aos faróis veiculares de frente e no retrovisor;

d) pelo estresse prolongado gerado pela poluição luminosa, a qual afeta diretamente o cérebro. Basta lembrar que farol na cara sempre foi o instrumento predileto nos porões da tortura. O Dr. Steven Bock alerta: “o processamento da luz natural é fruto da evolução de milhões de anos e não podemos violar esse mecanismo impunemente. Podemos enganar pessoas, mas nunca o próprio organismo”.;

e) com motoristas epilépticos que poderão ter convulsões detonadas pela overdose luminosa da luz tropical somada à LUZ ARTIFICIAL;

f) Com motoristas viajando à noite com o teor de luminosidade dos seus faróis consumidos levianamente durante o dia (a vida média do farol é de 500 horas de uso);

g)Faróis indiscriminados durante o dia se adotados vão aumentar o número de acidentes graves, porque fura o sinal vermelho das descobertas da Ciência Perceptiva que recomenda faróis sempre no modo inteligente e nunca no modo indiscriminado. No próprio Brasil já temos um exemplo mostrando que de fato o uso dos faróis indiscriminados durante o dia agrava os perigos do trânsito. No RGS faróis compulsórios foram implantados em 1996 caindo em 1997 com o advento do novo CTB. A Ong Aninpa acompanhou toda a história, recebendo mensalmente os dados estatísticos diretamente dos órgãos gaúchos. Ao contrário da propaganda mentirosa dos faroleiros, as estatísticas REFUTAM a eficácia dos faróis: durante a sua vigência não houve a esperada diminuição de acidentes. Pior que isso houve considerável aumento de acidentes graves. Enquanto a frota gaúcha cresceu 7,4% em 1996: a) acidentes cresceram 17,7%; b) mortes no trânsito pularam para 20,7%; c) feridos aumentaram 12,8%; d) veículos envolvidos cresceram 17,5%; e) e no índice de acidentes por dez mil veículos o RGS com faróis ficou entre a minoria dos estados que pioraram esse índice, pulando de 8,1 em 1995, para 9,6. Nesse mesmo período a grande maioria dos estados livres dos faróis diminuiu esse índice: Alagoas com queda de 18 para 12,6; Acre de 19,2 para 16,3; DF de 11,6 para 9,5; Pará de 34,1 para 23,6; RJ de 8 para 6,6; SC de 14,2 para 12,9 e Tocantins 41,9 para 21,0.

MAIS PREJUÍZOS DOS FARÓIS INDISCRIMINADOS

Além de aumentarem o estresse, e o risco de acidentes, os faróis indiscriminados trazem também prejuízos ao meio ambiente e às finanças do motorista:

1)       Aumentam o consumo de combustível;

2)       Aumentam o desgaste prematuro de todos os eletroimplementos

3)       Aumentam o efeito estufa

4)       Provocam poluição luminosa afetando não só o motorista, mas também o pedestre, o cidadão que está no seu apartamento em andares baixos, as pessoas a beira da estrada ou na calçada e os animais.

1.      77´de palestra na PUC mostrando os fundamentos da ciência perceptiva contraindicando o uso indiscriminado dos faróis e recomendando sempre o uso inteligente http://www.youtube.com/watch?v=CRMduJJVaf8

2.      Quatro minutos ciência perceptiva explicando porque faróis indiscriminados aumentam risco de acidente:  http://www.youtube.com/watch?v=x8bhytp3YTI

 “o erro é pernicioso não quando nos oculta uma parte da verdade, mas sim quando a toda ela substitua, impondo-nos o falso como se fosse verdadeiro” Albert Camus



[1] Os PL 14/99 do Dep. Padre Roque Zimmermann e o PL 6777/2006 da Dep. Selma Schons e os pareceres dos deputados Ângelo Vanhoni e Pedro Chaves.

 
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